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Frase de Igina Von Polanyi

Tá tão escuro, eu não sei o que eu faço mais pra te provar que eu gosto de você. Essa escuridão me cobre sem se importar como eu vou sair. Eu não quero desistir de você, mas essas amarras estão cada vez mais apertadas. Sangue se esvai e inunda tudo. Mas ninguém falou que seria fácil, não é mesmo. Eu gosto tanto de você. Nós fazíamos planos para um futuro incerto. Nós concentramos todas nossas esperanças ali, sem ter certeza do agora. Você vai me matando pouco a pouco e ao mesmo tempo fazendo-me reviver a cada vez que eu te vejo. Mas ninguém disse que seria fácil, não é mesmo. É tão lindo o jeito que você me olhava no começo, sem incertezas. Como eu queria que você continuasse assim. Acreditando em mim. Eu não sei onde eu errei. Eu sou capaz de tanta coisa por você. Só que você não reconhece isso. Por favor, acorde. Tire essa venda dos olhos. Eu quero aquele cara que eu conheci no dia 02 de volta. Ele era tão carinhoso, me protegia de tudo, não me deixava com medo. Mas ninguém disse que seria fácil, não é mesmo. É tão difícil assim me amar? Eu tentei, eu tentei, eu juro que tentei. Mas o que fazer agora se tudo o que me acaricia são as lagrimas? Me leve de volta para aquele lugar onde eu me sentia segura, onde tudo não me dava medo. Por favor.

Igina Von Polanyi

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Igina Von Polanyi

Sua tola. Você só faz coisa errada. Ate quando encontra alguém especial e que realmente se importa om você, você é capaz de jogar fora. Você e perdida, livre de expectativas. Não adianta Senhorita Caso Perdido. O idiota que inventou a frase “os opostos se atraem” só podia tá muit…
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Sua tola. Você só faz coisa errada. Ate quando encontra alguém especial e que realmente se importa om você, você é capaz de jogar fora. Você e perdida, livre de expectativas. Não adianta Senhorita Caso Perdido. O idiota que inventou a frase “os opostos se atraem” só podia tá muito bêbado mesmo. Ou se referir apenas aos polos. Seres humanos são complicados, cheios de porquês e de reticencias. Cheios de si que esquecem aos outros. Egoístas, impacientes e cabeças duras. Você é igual. Igualzinha como todos eles. Incapaz. Fraca. Atordoada. Incapaz de enxergar o perfeito a um palmo do seu nariz. Tens muito a evoluir minha cara criança.

Nossa musica nunca mais tocou. Aquele abraço nunca mais rolou. O meu colo ainda espero em ti e ainda tenho medo de me sentir assim. Aquela velha nostalgia me encontra e me faz querer chorar. Você me falou pra não me preocupar. Que era uma coisa besta. Pena que suas palavras briga…
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Nossa musica nunca mais tocou. Aquele abraço nunca mais rolou. O meu colo ainda espero em ti e ainda tenho medo de me sentir assim. Aquela velha nostalgia me encontra e me faz querer chorar. Você me falou pra não me preocupar. Que era uma coisa besta. Pena que suas palavras brigam com meus sentimentos. Sei que quando nossas íris se encontram, elas contam historias. Elas ficam felizes em relembrar aquela cena. Você sentado na janela, fumando mais um cigarro enquanto eu deitada materializava o futuro perfeito, com muitas xícaras de café e um cachorro grande. Mas aí, você se transforma. Vira as costas e não quer mais saber. Dói. Dói por ser tão perfeito. Nove meses para ser feliz. Nove meses para parar com essa mania de sofrer. Sinto-me como uma aprendiza. Uma criança que não sabe de nada e com medo do futuro. E você como um professor as vezes sem paciência. Lamento não te dar as maçãs. Eu te encontrei e quis duvidar da possível razão de ser feliz. Mas quem imaginaria? Me tira daqui, me leva pra longe e diz mais uma vez que o amor ainda existe. Que todo aquele rímel borrado não voltará. E que as flores colhidas do jardim serão para coroar uma rainha. Certeza? Nenhuma. Vontade? Muita. Amor? É o que não falta. Eu só espero ansiosa o dia que vou ser coroada rainha de mim.

Ela apertou o botão vermelho do celular e se segurou. Já não sabia mais de nada. Tudo o que ela queria era um ombro amigo e uma xicara de café bem forte. Quem sabe assim algo se concretizava. Catou sua bolsa e seu casaco, querendo que aquele calor fosse outro. Saiu. A cada passo…
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Ela apertou o botão vermelho do celular e se segurou. Já não sabia mais de nada. Tudo o que ela queria era um ombro amigo e uma xicara de café bem forte. Quem sabe assim algo se concretizava. Catou sua bolsa e seu casaco, querendo que aquele calor fosse outro. Saiu. A cada passo era uma tormenta. O vento a empurrava para traz dizendo: “volte minha pequena, lá é mais seguro.” Ela ignorou e seguiu adiante. Empurrou todos os sentimentos guela abaixo. Deve ter empurrado os sentidos também, pois não viu quando o carro passou por ela. E agora as únicas flores que tinha não do namorado que tanto implorou, mas sim das pessoas que tanto velava a pobre menina.

É inútil. Não gaste saliva com ele. Ele já tampou os ouvidos. Tudo que ele vê agora é só um borrão cinza rastejando em um arado de amargura. Não tentes provocar, não haja sem pensar. Isso parece mais uma guerra do que amor. Mas, ainda assim todos os canhões estão mirando no alvo…
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É inútil. Não gaste saliva com ele. Ele já tampou os ouvidos. Tudo que ele vê agora é só um borrão cinza rastejando em um arado de amargura. Não tentes provocar, não haja sem pensar. Isso parece mais uma guerra do que amor. Mas, ainda assim todos os canhões estão mirando no alvo errado. Pinte de vermelho seu coração e quem sabe ele descubra-o. ~Von Polanyi