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Frase de Agatha Oliveira

⁠Tiro o elástico de borracha das flores de corte e coloco em cima da mesa. No vaso já com água fresca, coloco uma por uma por vezes tocando de leve as suas pétalas sensíveis. Depois fito o elástico abandonado no canto faltando um fio para se romper. Esticado de todas as formas até a borracha chegar no limite. Nas minhas mãos o coloco, e em um simples movimento ele se parte em dois. Mesmo que eu o amarrasse ele não ficaria o mesmo. E é isso que acontece quando deixamos que ultrapassem os nossos limites. Quando permito que rompam com essa linha tênue, já sei qual caminho de destino. A gente permite por medo de abrir a boca e transferir o não. Para o outro, para nós mesmos. No fim de tudo, quem despedaça somos nós, não quem rompeu com a nossa barreira.

Agatha Oliveira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Agatha Oliveira

⁠O coração é mais forte do que pensa. Ele sente as agulhas da mesma forma que as usa para se remendar. Ele pulsa cambaleando, mesmo quando o tentam parar.
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⁠O coração é mais forte do que pensa. Ele sente as agulhas da mesma forma que as usa para se remendar. Ele pulsa cambaleando, mesmo quando o tentam parar. O coração é mais forte do que pensa. Das rachaduras que geram cicatrizes, cravam raízes que buscam firmemente de alguma forma florescer em um meio inóspito, mesmo carregando o medo, não se deixam parar. Para estar vivo é preciso se vestir de coragem e entender que o seu coração é muito mais forte do que você pensa.

⁠Existe uma necessidade conjunta de dar pequenas pausas no meio da jornada, silenciar as vozes que gritam desesperadas e ouvir o que grita o peito. Nesse espaço, onde a solitude é reconfortante é um passo importante para se tornar um pouco melhor do que se foi ontem. Se retirar,…
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⁠Existe uma necessidade conjunta de dar pequenas pausas no meio da jornada, silenciar as vozes que gritam desesperadas e ouvir o que grita o peito. Nesse espaço, onde a solitude é reconfortante é um passo importante para se tornar um pouco melhor do que se foi ontem. Se retirar, se espremer, se corrigir. Tem sempre uma folha mucha, um galho seco, um pedaço morrendo. E está ali, para nada funcionar além de retirar da gente energia, vida. Cortemos as folhas muchas e os galhos secos. A energia corre solta para outros espaços que estavam necessitando dela. Podemos até ficar menores, mas nos tornaremos mais bonitos. Quando cortamos o que já não tem mais vida, damos espaço para o novo, para novos ramos surgirem. Essa é uma visita constante, para vida toda. Ter a dor de cortar, mas com a certeza de ter também a alegria de ver surgir, crescer, florir, frutificar. Quais podas você precisa fazer em sua vida?

⁠Meramente ilustrativo reconhecer as mudanças que são partidárias de dentro pra fora. As lacunas que sobrevivem a grandes marés de emoções carregadas consigo de solidão e cores perfurantes de um coração pequeno, mais grandemente enganoso, envenenado de ilusões. Tem dias que são c…
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⁠Meramente ilustrativo reconhecer as mudanças que são partidárias de dentro pra fora. As lacunas que sobrevivem a grandes marés de emoções carregadas consigo de solidão e cores perfurantes de um coração pequeno, mais grandemente enganoso, envenenado de ilusões. Tem dias que são carregados de um cinza frio, com chuvas em formas de lágrimas e o corpo pronto para aconchegar-se em uma poltrona quente. O aconchego do vazio transborda pela coberta que afaga a pele avermelhada, pronta e aberta para a esperança de que dias com céus azuis virão. Muito em breve.