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Frase de Fernanda Gaseta

Uma resposta a Augusto Cury: "O ser humano não morre quando seu coração deixa de pulsar, mas quando de alguma forma deixa de se sentir importante" (Augusto Cury) Segundo a ciência, a vida começa no momento da concepção e se encerra quando não há mais batimentos cardíacos, porém para a alma, para o espírito, não é assim. Quando estamos no útero materno todos os cuidados são voltados para nós. Nascemos e somos donos dos olhares em todo lugar. Conforme crescemos e nos desenvolvemos recebemos diferentes tipos de atenção a quase todo momento. Os anos passam e é nossa vez de desenvolver o papel de dar atenção, seja ela aos filhos, aos familiares, aos amigos ou trabalho, e mesmo dando atenção, continuamos a ser importantes, pois estamos fornecendo-a e ajudando de algum modo alguém. Mas como acontece com nossos pais e pessoas ao redor, acontece conosco também. Temos família, carreira, amigos e estamos sempre ativos, até que chega um momento em que os filhos se tornam independentes, não somos mais tão ágeis no que fazíamos ou temos que nos aposentar, e os amigos ficam para trás, cada um segue sua vida. É desse momento em diante que começamos a pensar em porque existimos. O coração está batendo, a saúde está boa, já fizemos tudo o que tínhamos que fazer, mas ninguém vive só pra si e por si, durante uma vida toda fomos importantes pra alguém, seja dando ou recebendo, e agora parece que não participamos mais desse ciclo. Começamos a procurar formas de voltar a como era antes, tentamos e quase nunca conseguimos. Procuramos ajuda médica, mas ainda não inventaram remédio para a alma. É a partir desse ponto que morremos. Não a morte científica, mas a espiritual. O ser humano precisa de razões e incentivos para querer levantar da cama todo dia e seguir determinada rotina, uma pessoa sem razão para fazer aquilo que faz, não vive bem. E pra isso inventaram um remédio impossível de comprar: o sonho. Ter metas, por mais fúteis que sejam, ter objetivos a cumprir, é isso que nos mantêm espiritualmente vivos. Perceba que toda atenção e importância que um ser humano tem ou dá para alguém, gira em torno de seus sonhos. Nossos pais tiveram um sonho quando nos conceberam, traçaram objetivos e metas para nós, crescemos para alcançar esse objetivo, e conforme crescemos, traçamos novos sonhos e metas para alcançarmos, para sermos tipos de reflexo do que foram nossos pais, criamos um ciclo onde o principal para estar nele é sonhar. Um ser humano que se sente sem razão para levantar é porque não tem uma meta para alcançar, porque falta esse principal incentivo. Nossas almas são feitas de sonhos, necessitamos deles para sobreviver, para nos sentirmos importantes, fomos incentivados assim desde sempre. A importância de uma pessoa pode ser medida pelo tamanho de seus sonhos. São eles o essencial para estarmos vivos não só de corpo, mas de alma.

Fernanda Gaseta

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pelos beijos, abraços, derrotas, vitórias, conquistas, lutas, brigas, lágrimas, alegrias, amadurecimentos, experiências, esperança, saúde. Pelos apertos de mãos, pelas pessoas conhecidas, pelas amizades ganhas, pelas amizades perdidas. Pelo que valeu a pena, e pelo que eu vou dei…
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Pelos beijos, abraços, derrotas, vitórias, conquistas, lutas, brigas, lágrimas, alegrias, amadurecimentos, experiências, esperança, saúde. Pelos apertos de mãos, pelas pessoas conhecidas, pelas amizades ganhas, pelas amizades perdidas. Pelo que valeu a pena, e pelo que eu vou deixar para trás. Pelos erros e pelos acertos, pelas opções erradas, pelas mancadas, pelas "caras dadas na parede", pelo que eu me arrependo de não ter feito, pelo destino, por aquilo que aconteceu e não foi bom, por aquilo que aconteceu sem querer ou querendo e foi inesquecível. Pelos momentos indescritíveis, essenciais, especiais, únicos, e gurdados para sempre no coração. Pelo amor tido, pela vida vivida, por mais um ano passado. Daquilo tudo que foi, guardei só o que foi bom, acabou, passou, e agora é mais um ano que começou.

Já não tenho mais o que dizer. Confesso que estou enrolando há dias para escrever e descrever o que eu tô sentindo. Porém estou mais enrolada que minha enrolação. Meu coração pulsa de um jeito que ele nunca se atreveu a pulsar antes, e fica me repetindo coisas que eu nem imagina…
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Já não tenho mais o que dizer. Confesso que estou enrolando há dias para escrever e descrever o que eu tô sentindo. Porém estou mais enrolada que minha enrolação. Meu coração pulsa de um jeito que ele nunca se atreveu a pulsar antes, e fica me repetindo coisas que eu nem imaginava que ele ainda se lembrasse de como dizer. Não é falta de felicidade, pois tenho no presente e a frente, grandes realizações. É excesso dela. Não há ninguém que consiga descrever o que é, ninguém, nem eu. Uma inquietação constante que mesmo nos mais repetidos movimentos, ainda esta lá. Enrolando, enrolando, enrolando, enrolando. Não tem ninguém que goste mais de sentir isso tanto quanto eu. Expectativa. Coração pulsando. Me manterei assim, pois como dizia a grande Clarice, "liberdade é pouco, o que eu desejo ainda não tem nome."

SAUDADE (pelo dicionário): lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir; pesar pela ausência de alguém que nos é querido; nostalgia; (no pl. ) lembranças afectuosas a pessoas ausentes; SAUDADE (por Mar…
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SAUDADE (pelo dicionário): lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir; pesar pela ausência de alguém que nos é querido; nostalgia; (no pl. ) lembranças afectuosas a pessoas ausentes; SAUDADE (por Martha Medeiros): "Em alguma outra vida, devemos ter feito algo de muito grave, para sentirmos tanta saudade..." Eu estava pensando, sinto falta de muita gente na minha vida, pessoas e amizades que passaram e que não voltam mais, outras que passaram e sabe-se lá Deus onde estão agora, outras que eu vejo de vez em quando, outras que estão sempre do meu lado, mais ainda sim, distantes. São, e foram, tantas promessas de "temos que nos ver mais", "nos vemos essa semana sem falta", "temos que combinar de sair juntos mais vezes", "tô com saudade, vem me visitar?", que não foram cumpridas que eu até perco a conta, e isso é tão chato. Encontrar alguém que você gosta, abraçar, rir, contar tudo, por o assunto em dia, e depois dizer tchau e ficar mais um longo intervalo de tempo sem ver de novo é triste, as vezes penso que seria melhor não ver então, que é pra não dar o gostinho. Pior também é ter aquele GRANDE AMIGO que mora em uma GRANDE distância. Acho que saudade foi inventada por alguém sozinho, que não tinha nada pra fazer, é, pode até ser, mais era uma saudade diferente, uma saudade de tudo aquilo que não foi visto ou sentido, e foi inventado para que as pessoas sintam como é ser sozinho. Contradição: ser sozinho e sentir saudades. Isso até existe né?! No fim, saudade existe pra aprendermos a dar valor, a aproveitar o agora, aproveitar aquele momento que nunguém sabe quando vai acontecer de novo, antes que fique no ar um "temos que nos ver mais" que não vai ser cumprido.

Nós dois temos linhas de pensamentos, gostos, idéias e ideais parecidíssimos, por fim temos tudo o que duas pessoas precisariam para viver o resto da vida juntos em perfeita união e harmonia, mas a gente ainda cai naquela velha história de não saber lidar com isso, de não saber o…
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Nós dois temos linhas de pensamentos, gostos, idéias e ideais parecidíssimos, por fim temos tudo o que duas pessoas precisariam para viver o resto da vida juntos em perfeita união e harmonia, mas a gente ainda cai naquela velha história de não saber lidar com isso, de não saber o que fazer. Talvez seja por isso que estejamos assim hoje, não como pretendemos, não como queríamos, mas como precisamos. Foi dada a cada um a chance de aprender a valorizar o outro, a respeitar, a amar. A chance de realmente entender o significado de uma alma em dois corpos. Pode parecer ironia do destino fazer isso com a gente, mas é esse mesmo destino irônico que vai nos unir mais pra frente. Não posso dizer quanto tempo isso vai levar, às vezes se dá em questão de meses, outra em questão de anos, mas uma coisa é certa, todo esse tempo separados é para aprender. Quando um dia estivermos compartilhando nossas experiências novamente, vamos olhar pra trás e ver o quando crescemos nesse tempo, o quanto tudo o que passamos foi importante, e vamos rir daquele tal de destino, que fez tudo parecer bagunçado e de pernas pro ar. Se bem que não é o destino que nos deixou tão atordoados, isso tem outro nome, na verdade, é um sentimento tão nobre que poucas pessoas ousam ter. Um sentimento indefinido, que esse tempo todo longe não se atreveu a sair daqui, chega a dar medo de nomeá-lo por ser tão intenso, por continuar sendo tão intenso. Quando eu estiver nesse tempo tão esperado que está por vir, quero olhar pra trás, junto com você, e lembrar de tudo o que eu disse, tudo o que dissemos, palavras que nem sempre foram sensatas ou tiveram fundamento, que ousamos nomear, rir, chorar, bagunçar, moldar, mas que estão todas guardadas em silêncio num profundo dentro de mim, e as minhas, dentro de você.