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Frase de Tullian Tchividjian

Em nossos dias, espera-se que os pregadores sejam especialistas em "renovação moral cristã". Espera-se que eles ofereçam listas de "faça isto", em vez de anunciarem: "Está consumado". Espera-se que eles façam alguma outra coisa "mais do que" expor aos olhos de suas congregações a obra consumada de Cristo, pregando uma absolvição total baseada tão-somente na justiça completa de Outro. Evidentemente, a ironia é que a renovação moral não acontece mesmo quando os pregadores seguem essa pressão. Focalizar-me no como estou fazendo mais do que naquilo que Cristo fez é narcisismo cristão (um oximoro, se já ouvi um oximoro) – o veneno da auto-absorção que destrói o poder do evangelho em nossa vida. Martinho Lutero comentou que "o pecado que está por trás de todos os nossos pecados é a mentira da serpente de que não podemos confiar no amor e na graça de Cristo e de que temos de tomar as questões em nossas próprias mãos".

Tullian Tchividjian

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tullian Tchividjian

O poder para obedecer vem de ser movido e motivado pela obra completa de Jesus por nós. O combustível para fazer o bem vem daquilo que já foi feito.
Deus quer uma obediência contínua do coração. Como isso é possível? Obediência motivada pelo evangelho, de longo prazo, contínua, só pode vir da fé naquilo que Jesus já fez, não do medo do que nós temos que fazer. Parafraseando Ray Ortlund, qualquer obediência não fundamentada no…
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Deus quer uma obediência contínua do coração. Como isso é possível? Obediência motivada pelo evangelho, de longo prazo, contínua, só pode vir da fé naquilo que Jesus já fez, não do medo do que nós temos que fazer. Parafraseando Ray Ortlund, qualquer obediência não fundamentada no evangelho ou motivada pelo evangelho é insustentável.

Eu sou um crente convicto nos três usos da lei (pedagógico, civil e didático). A lei nos remete a Cristo para justificação (o primeiro uso, que está correto), mas alguns também diriam que Cristo nos manda de volta para a lei para santificação (uma forma equivocada de entender o t…
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Eu sou um crente convicto nos três usos da lei (pedagógico, civil e didático). A lei nos remete a Cristo para justificação (o primeiro uso, que está correto), mas alguns também diriam que Cristo nos manda de volta para a lei para santificação (uma forma equivocada de entender o terceiro uso). Em outras palavras, há um engano comum na igreja que diz que enquanto a lei não pode justificar, ela pode nos santificar. Não é verdade. Em Romanos 7, Paulo está falando como um cristão justificado, salvo, regenerado e ele está dizendo: "A lei não tem o poder de me transformar. A lei guia mas não dá poder algum para fazer o que diz". Portanto, eu gostaria de prevenir as pessoas de concluir que o terceiro uso da lei insinua que ela tem poder para transformar. Dizer que a lei não tem nenhum poder para nos transformar, de forma alguma reduz seu papel contínuo na vida do cristão. E não minimiza em absoluto a importância do terceiro uso da lei. Nós só precisamos entender o papel preciso que ela exerce para nós hoje: a lei serve para nos tornar gratos por Jesus quando nós a quebramos e serve para nos mostrar como amar a Deus e aos outros.