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Frase de Kadu Costa

Sobre a aula de hoje... Há uma consciência cósmica que atua sobre toda matéria... Quem “Sou Eu” a resposta para essa grande indagação é o amor, pois através da consciência amorosa percebemos o nosso verdadeiro “EU”. Cada ser é único, “singular” e somente a Arte consegue revelar essa singularidade. Em sua individualidade o ser humano precisa ser acordado própria dimensão e se enxergar nos fundos de seus olhos (adentro de seu corpo). Olhe no espelho e comece a responder as perguntas da alma. Falamos Demais e escutamos pouco sobre nosso íntimo. A vida é cheia de sentidos e as coisas precisam acontecer, pois há lições Em tudo que nos cercam – É preciso chorar! O choro é o vômito da emoção estragada... Somos eternos aprendizes da eternidade do “AGORA”. O ontem e o amanhã fazem parte do ego – vaidade. O mistério da vida humana consiste em realizar a Beleza, Alegria e o Amor... Quando o ser humano acorda para vida, ele está conscientizado da importância de cuidar do mundo, do outro... Essa medicina atual é geradora de doenças... E a pior de todas as doenças é a do ser apagado. Nessa totalidade do ego e puramente vaidosa Onde as enfermidades assolam o caráter humano. A resposta e única saída para ignorância é – “É Mesmo”. Esta pequena frase tem o poder libertador da ignorância constante... Concordar diante de um sintoma decorrente da verdade absoluta, simplesmente para Impedir a retórica – onde a reflexão não tem suma importância. O que realmente importa nos olhos infinito do ser apagado é a constância de suas palavras – Sem nenhuma ação transformadora do ser... A ignorância precisa sempre ser superada. Somente com respeito e o apreço pela beleza é possível acender a luz do raciocínio como alimento da autocura. Entender que, da mesma forma que inconscientemente produzimos uma doença em nosso templo vegetal, animal (o corpo), podemos conscientemente contribuir para sua cura. Basta então, Conhecer-te a ti mesmo – examinando não apenas nossas deficiências, mas sim, perceber a energia viva que nos invade, nos preenche dando-nos forma e força necessária para: Viver, Sorrir e Amar... Professor Orientador: Ruy Cezar Espírito Santo – “Nossa gratidão”. Kadu Costa – Autoconhecimento

Kadu Costa

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Pensador.com

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O BOBO DA CORTE 5 de janeiro de 2013 às 11:52 Na intenção de fazer o Rei sorrir,
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O BOBO DA CORTE 5 de janeiro de 2013 às 11:52 Na intenção de fazer o Rei sorrir, O bobo da corte veio se apresentar... Com seus acordes dissonantes e seus gracejos disparates. Leva a rir a multidão. Intrigante e muitas vezes privilegiado, começa a olhar desconfiado... No salão principal fotos da criadagem e suas caras de fome! Envolto a tantas meias verdades lembrou-se o “Bobo”. Da tristeza que carregava em seu coração. E em uma luta desumana entre alegria e tristeza, Que travava seu coração... O clown começou a chorar diante da corte, Que logo percebia que sua maquiagem multicolorida escorria... A feiúra que divertia então o Rei cedeu espaço para uma deformação... Foi quando ouviu um grande grito que vinha debaixo da coroa real. _ Que insulto, um palhaço com rosto de gente que ao invés de nos divertir Chora pela fome de rostos desconhecidos! Morte é seu destino... O Bobo em seu último suspiro suplicou sem ao menos se preocupar com o rumo Que sua vida ia tomar. E aproveitando toda liberdade de ação, exclamou bem do fundo de seu coração uma das poesias mais belas, dizendo que era seu ato final. O Rei cruel, mas curioso e cordial... Deixou o Clown se expressar... Mal sabia que esse era seu erro! E no ato solene e polêmico recitou sua poesia dirigindo seu olhar ao Rei. O Rei dos Bobos Passou a estudar e a conhecer As fantasias, anedotas por vocação... Carregava algumas moedas que ganhava ao cantar. Era feliz, Pois nunca havia presenciado a tristeza no olhar. Seu defeito foi sentir emoção, E o suplicio no ventre A arte iria completá-lo, Mas ainda sim pareceu banal E sem forças pra continuar a recitar... Olhou para o céu e pasmou-se com tantas cores, Pediu em oração... Sob a proteção de sua companhia, O insolente que não podia chorar... Permitiu-se nascer para fazer rir, E antes mesmo que acabasse a cantoria. Faça-me o favor completo. Mande enforcá-lo um quarto de hora antes de me fazer mal. "Já perdi muito tempo com poesia". Kadu Costa

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Espelho 4 de janeiro de 2013 às 14:12 Espelhos que refletem a velha imagem Sente o tempo em todas as linhas do seu rosto Quanto tempo mais? Para devorar o que ainda resta... Sinto que o tempo é curto. Porém não quero chorar! Estou feliz diante de você, não tenho medo nem tão pouco arrependimento. Quero apenas o silêncio neste instante, apenas uma pausa para reflexão. Posso? Minha vida toda diante dos meus olhos, como pude enxergar e mesmo assim não conseguir ver nada. E tudo está tão claro e limpo... Consciência, onde está consciência porque não te escuto mais... Estou tão leve quanto o ar, “consciência”. Talvez tudo isso possa ser um sonho, não me recordo de homens poderem voar? E meus amigos onde estão neste momento:_ Família, cachorro, casa... Onde estão todos? Por que não consigo vê-los? Aos poucos estou esquecendo tudo! Esquecendo, esquecendo, esquecendo... “Morrendo” E novamente nascendo... Kadu Costa

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Canção pro Ar 12 de janeiro de 2013 às 23:57 Nuvem passageira Alma perdida nos céus de redemoinhos, Tentando esconder o Sol que habita antes de ti... Vem com o vento forte de maus presságios Tolos, loucos e aflitos. Percebem suas tranças além dos sentidos. Faz declínio no infortúnio, Quando ouve seu chamado Nuvem passageira Segue em frente Imutável pensamento, Varrendo a poeira suja do ar... Kadu Costa

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Olhos Negros 5 de abril de 2013 às 22:49 Quando os olhos do poeta não agüentar mais enxergar realidade E ao ver velhos amigosvisionários fustigados pela dor... O poeta então reinventa a roda do brincar fazendo que ossonhos se misturem novamente as meias verdades... “Verdade”. Razão, emoção e imaginação brincando em uma eterna gangorra, A morte sutil das palavras e o pulsar do coração. Seu único desejo! Poder voar... O poeta cria asas com linha e algodão, tecendo os caminhos de uma vida errante... Ele gira a roda, gira a roda para refletir em silêncio. Pois, somente em seus olhos carrega o mundo e um cemitério daqueles que amou... Kadu Costa