Frase de Josué Marçal
O maior medo não é a morte em si, mas a ideia de partir sem que ninguém saiba o peso das nossas batalhas silenciosas.
No pensador.ai desde
O maior medo não é a morte em si, mas a ideia de partir sem que ninguém saiba o peso das nossas batalhas silenciosas.
No pensador.ai desde
Hoje retornei de uma viagem tão magnífica quanto indescritível. Ainda não me acostumei com a estranha regra de não poder interagir com as pessoas de lá, mas há algo nesse silêncio que me prende. Cada vez que atravesso aquele portal, sinto que estou escrevendo, sem saber, capítul…
Hoje retornei de uma viagem tão magnífica quanto indescritível. Ainda não me acostumei com a estranha regra de não poder interagir com as pessoas de lá, mas há algo nesse silêncio que me prende. Cada vez que atravesso aquele portal, sinto que estou escrevendo, sem saber, capítulos secretos na linha do tempo. Relato da minha viagem para o ano de 1940.
"Eu consegui o inimaginável: viajei para lá no ano de 1939 e observei os horrores da Segunda Guerra Mundial, sem qualquer intervenção para não alterar os acontecimentos."
O mundo não precisa de pessoas com ideias fúteis e prazeres momentâneos, mas sim de pessoas com propósito, capazes de fazer a diferença no mínimo e no invisível.
Demônios Internos Todos nós os temos. Eles não usam chifres, nem aparecem em noites de tempestade. Eles se escondem nos cantos escuros da mente, nos pensamentos que ninguém ouve, nas vontades que fingimos não sentir. Demônios internos são feitos de traumas, mágoas, medos e dese…
Demônios Internos Todos nós os temos. Eles não usam chifres, nem aparecem em noites de tempestade. Eles se escondem nos cantos escuros da mente, nos pensamentos que ninguém ouve, nas vontades que fingimos não sentir. Demônios internos são feitos de traumas, mágoas, medos e desejos proibidos. Eles sussurram quando estamos sozinhos, se alimentam da nossa fraqueza e riem das nossas tentativas de parecer fortes. Mas a verdade é que ninguém vence seus próprios demônios fingindo que eles não existem. O segredo não é destruí-los, mas aprender a conviver. Entender de onde vieram, o que querem e o que nos ensinam. Porque até as sombras carregam lições. E às vezes, são elas que nos fazem enxergar a luz.