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Frase de Kinho Garóti

- O ar da inocência... Ultimamente pensamentos que me levam a minha infância, a época da inocência aonde o mundo era lindo, quando não me importava com nada, era feliz e nem sabia... Vivenciava cada momento, sentia e sorria por apenas sorrir, rir,... Sem motivo... Alegria me dominava, pensava em tanta coisa, sonhava com tanta coisa. Aí... O tempo vai passando e seu sorriso cada vez, mas, se encurtando... Como o tempo, amigos se mudando, outros desfiando, e alguns próprio se matando, aprendi a ser sagaz percebendo o erro dos outros e não ir pro mesmo erro... Caminho... Escolhas... Destino... Vida... Mundo... Está tudo interligado em você, um senhor alguma vez me disse - Quando você para de sonhar, é porque você finalmente virou um homem - Senti isso no mesmo instante quando um sonho meu foi destruído, e não fui eu o quem o destruir... Aprendi que ninguém pode matar meu sonho além de mim mesmo seja ele qual for... Não existe limite para o infinito, e o infinito é você, e a sua vida! Percebi sobre isso tarde de mais... Tarde porque o sonho morreu... Ou talvez seja apenas uma ilusão, os sonhos nunca morrem. Hoje vivo como uma criança sonhadora ou como um homem robô? Vivo para sentir? Ou vivo para servir? Vivo para trabalhar e para mentir? Vivo para tentar sorrir? Ou vivo para rir? Ou vivo para vida? Viver sem ter medo de morrer e de errar? Ou vivo pensando muito e vivendo pouco? Ou pensando pouco e vivendo muito? Decisões, decisões, perguntas, perguntas... Lembranças... Arrependimentos... Lagrimas... Vão te matando aos poucos... Aos poucos... Ou vão te ensinado aos poucos... Não viva em vão!! Deixo um final não acabado e muito menos escrito ou começado... Enfim... Destino... Libertamente destino...

Kinho Garóti

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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- O vago da minha face. Eu sou o anti-herói. Eu sou o anticristo. Eu sou o mal. Eu sou o tudo. Eu sou o nada.
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- O vago da minha face. Eu sou o anti-herói. Eu sou o anticristo. Eu sou o mal. Eu sou o tudo. Eu sou o nada. Eu sou o inexplicável. Eu sou o paradoxo. Eu sou o incompreensível. Eu sou o inimigo. Eu sou o unânime. Eu sou o universo. Eu sou o castigo. Eu sou o sufoco. Eu sou o controverso. Eu sou o inverso. Eu sou o torto. Eu sou o direito. Eu sou o vírus. Eu sou o dissonante. Eu sou o ignorante. Eu sou o genial. Eu sou o manifesto. Eu sou o protesto. Eu sou a contradição. Eu sou a ilusão. Eu sou o trágico. Eu sou o egoísta Eu sou a verdade. Eu sou a mentira. Eu sou o falso. Eu sou o verdadeiro. Eu sou o lucífer. Eu sou o Deus. Eu sou o ateu. Eu sou o artifício. Eu sou o reservado. Eu sou o psicopata. Eu sou o temido. Eu sou o esquecido. Eu sou o bode expiatório. Eu sou o simplório. Eu sou a luxúria. Eu sou o vicio. Eu sou a ambição. Eu sou o demônio. Eu sou o anjo. Eu sou o vexatório. Eu sou o celibatário. Eu sou o marginal. Eu sou o preconceituoso. Eu sou o hipócrita. Eu sou a revolta. Eu sou o mal no bem. Eu sou o bem no mal. Eu sou nada mais do que eu, meu, eu!

Essa necessidade extrema de escrever... Uma prisão, angustiado... Escrevo para me-liberta...
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Essa necessidade extrema de escrever... Uma prisão, angustiado... Escrevo para me-liberta... Liberta-me de que? Desde que ela se foi nada mais funcionou, um ar de melancolia. Com um tom de saudade - Distância. Eu sou assim... Bagunçado, misturado, desenfreado, Como um verso ou como um poema, Como esse texto ou como esse pensamento? Enfim... Desentendido, perdido, Insano... Interne-me... Julgue-me, Mate-me, carregue minha cruz... Queime, O que não é entendido jamais e esquecido. Incompreensível.

Fico sentado no meu banquinho,, Lembrando-me de quando tinha 17,, Tudo passava rápido,,
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Fico sentado no meu banquinho,, Lembrando-me de quando tinha 17,, Tudo passava rápido,, Hoje tudo passa lentamente,, Ainda continuo a espera dela,, Aqui no meu banquinho,, Só vejo arvores e corpos velhos,, Eu pedia tanto essa calmaria,, Hoje peço tanto aquela rebeldia,, Ainda continuo á espera dela,, Aqui no meu banquinho,, A eternidade da espera.

...Ah! Bem que eu queria! Às vezes eu bem que queria ser normal, Como um maluco qualquer, ela também queria que eu fosse comum, mas não sou. A alma fala por si e fala mais alto do que o meu ser, ou eu esteja enganado...
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...Ah! Bem que eu queria! Às vezes eu bem que queria ser normal, Como um maluco qualquer, ela também queria que eu fosse comum, mas não sou. A alma fala por si e fala mais alto do que o meu ser, ou eu esteja enganado... Eu sou um maluco qualquer... Nós olhos de quem não me conhece. Nós olhos de quem não sabe enxerga, tudo é normal, todos são comparados, rotulados... A vida... As pessoas... Não é feita de comparações... Não é feita de rotulações. Dificilmente aprendem isso. Dificilmente observam isso. Dificilmente... Em meio à grandeza da ignorância do dia a dia... Falar, escrever, explicar, ou tentar ensinar não vai adiantar... O único meio correto e se afastar.