Frase de Inoema Jahnke
Na soleira da porta como quem espera a porta abrir Algumas folhas secas que o vento trouxe até ali... No varal, roupas feito bandeiras Agitam-se desnudas dos corpos... Ao longe palavras flutuam sobre as árvores ... Sussurros libertos do pensamento. Feito prisioneiro que escapa da prisão Em silencio a emoção repousa no chão...
No pensador.ai desde