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Frase de João Daniel

⁠Explicando o inexplicável. Há coisas que a razão jamais alcançará. Mesmo que a mente humana avance em ciência. Descubra galáxias, decifre átomos. Permanece um espaço onde a luz da razão não penetra: o espaço do sagrado. Porque os céus proclamam que Ele é o autor. Mas quem poderá compreender a mente do Criador? Ele é aquele que estava antes de todas as coisas. O que sustenta o universo sem jamais se esgotar. O dono do tempo, o começo, meio e fim. E nós, frágeis criaturas. Nos debatemos entre o querer entender e o dever de somente crer. Tantas vezes tentamos explicar Deus. Nas palavras, nas doutrinas, nos sistemas de fé. Mas ao final, só resta o assombro. o respeito silencioso de quem percebe: o infinito não cabe na finitude humana. E mesmo assim, Ele se deixa perceber: na ordem das estrelas, no pulsar do coração. Na esperança que insiste em florescer. Porque, se Deus fizer, Ele é Deus; se não fizer, Ele continua sendo Deus. Não é um ser condicionado pela nossa vontade. Mas aquele que, soberano, governa sobre tudo. Com um amor e justiça que nem sempre compreendemos. Por isso, rendemo-nos diante do mistério. Porque, afinal, ninguém explica Deus. E talvez, não explica-Lo seja a forma mais pura de adorá-Lo: aceitando-O como Ele é. Infinito, invisível, perfeito e inatingível pela razão. Mas perfeitamente acessível pela fé.

João Daniel

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Levante-se daí e vá mudar o mundo. Você não nasceu para ser apenas um espectador. Se a vida é um filme, todos temos a oportunidade de ser protagonistas 😉
⁠⁠Havia uma suspeita: O mundo não terminava onde os céus e a terra se encontravam. A extensão não poderia terminar com a exata dimensão das coisas.
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⁠⁠Havia uma suspeita: O mundo não terminava onde os céus e a terra se encontravam. A extensão não poderia terminar com a exata dimensão das coisas. Havia o depois. Costumava haver um lugar para o sol se pôr à noite. Havia um abrigo para a lua durante o dia. Meu coração jovem estava desesperado. Eu não era um marinheiro ou um pássaro sem barco ou asa. Um dia aprendi com a vida a decifrar letras e suas somas. A palavra se manifestou como eu suspeitava, para permitir silêncio e diálogo. Com as palavras, cruzei o horizonte. O meu coração se afagava em esperança. Ao virar a página de um livro, eu dobrava uma esquina, escalava uma montanha, transpunha uma maré. Ao passar uma folha eu frequentava o fundo dos oceanos. Suei nos desertos e depois tornei-me hóspede em outros corações. Pela leitura temperei minha pátria, bebi de minha cidade, enquanto, pacientemente, degustei de meus desejos e limites. Portanto o livro passou a ser o meu porto, a minha porta, o meu cais e aminha rota. Pelo livro soube da história e criei os avessos. Soube do homem e seus disfarces e suas várias faces e, de tantos lugares para se olhar.