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Frase de Alinny de Mello

Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, ouça até o final. Existe um tipo de medo que não mora na mente, ele mora no corpo. Ele não pede permissão, ele simplesmente reage. Eu vivi isso por anos com algo que, para muitos, parece pequeno, mas dentro de mim era uma muralha inteira: agulhas. Não era só medo, era uma memória congelada de um dia da infância em que eu fui arrancada da minha segurança e colocada diante de algo que eu não estava pronta para entender. Aquilo não ficou no passado, aquilo ficou dentro de mim. Por muito tempo eu achei que coragem era ausência de medo. Hoje eu sei que coragem é quando o medo continua ali, mas você decide atravessar mesmo assim. A vida, de forma quase cruel e ao mesmo tempo profundamente inteligente, me colocou diante do meu limite mais absoluto. Em um momento em que o corpo já não tinha mais escolhas, em que sobreviver era a única direção possível, eu fui obrigada a encarar aquilo que eu passei anos evitando. E não foi bonito, não foi leve, não foi simples. Foi humano. Foi cru. Foi real. E foi exatamente ali que algo se quebrou dentro de mim, não no sentido de destruição, mas no sentido de liberação. Como se uma porta antiga tivesse sido forçada depois de anos trancada. Depois disso, nada voltou a ser como antes. Não porque a dor desapareceu magicamente, mas porque o medo perdeu o controle sobre mim. Eu ainda sinto o impacto do que vivi, mas ele já não me governa. Eu já não fujo de mim mesma. E eu descobri algo ainda mais profundo: aquilo que não é dito, permanece aprisionado. Durante muito tempo, eu guardei tudo no silêncio, como se esconder a dor fosse uma forma de proteção. Mas quando eu comecei a escrever, eu não estava apenas contando histórias, eu estava organizando caos interno. Eu estava dando nome ao que não tinha forma. E nesse processo algo inesperado aconteceu. Eu não me tornei uma pessoa sem dor. Eu me tornei uma pessoa que sabe atravessar a dor sem se perder dentro dela. Hoje eu entendo que superar não é esquecer. Superar é conseguir olhar para aquilo que te feriu sem ser dominada por isso. É perceber que você sobreviveu, e não apenas sobreviveu, você se reconstruiu. Quantas partes suas ainda estão presas em medos antigos que já não fazem mais sentido hoje? Quantas histórias ainda estão vivendo em você como se o tempo não tivesse passado? Eu aprendi que a liberdade não é um lugar distante. Ela começa no instante em que você para de fugir do que sente. E você, está vivendo como alguém que ainda obedece um medo antigo ou como alguém que finalmente decidiu se libertar dele? Se essa reflexão te tocou, siga meu perfil, compartilhe com alguém que precisa ouvir isso, comente o que sentiu e leia minha coleção de ebooks organizados no Pinterest.

Alinny de Mello

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu amei. Eu amo, e por milênios ainda vou amar...
A religião ensina tudo errado. Deus não se vinga de nenhum dos seus filhos pelo outro! Se fosse assim, teria vingado a morte de Abel e matado Caim! Ele ama todos por igual, e jamais faria maldade à nenhum, por mais coração de pedra que tenha. Porém, o livre árbitrio é o mal do mu…
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A religião ensina tudo errado. Deus não se vinga de nenhum dos seus filhos pelo outro! Se fosse assim, teria vingado a morte de Abel e matado Caim! Ele ama todos por igual, e jamais faria maldade à nenhum, por mais coração de pedra que tenha. Porém, o livre árbitrio é o mal do mundo! Em todos nós, existe o bem e o mal. O que mais alimentar, esse reinará!! Deus quer sempre nos ver bem. Sempre.

Ontem sonhei que estava em um tipo de abrigo, junto com várias outras pessoas que também precisavam de cuidados. Havia uma indiana chamada Lininus; ela era muito alegre e feliz, e estava com uma criança. Ela me dizia “Deus te abençoe” e me deu um abraço forte. Eu disse a ela que,…
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Ontem sonhei que estava em um tipo de abrigo, junto com várias outras pessoas que também precisavam de cuidados. Havia uma indiana chamada Lininus; ela era muito alegre e feliz, e estava com uma criança. Ela me dizia “Deus te abençoe” e me deu um abraço forte. Eu disse a ela que, se conseguisse algo material na vida, iria procurá-la para ajudar no que fosse possível. Ela riu. Depois, apareceu um rapaz negro. Ele sorriu para mim e orou por mim, segurando o topo da minha cabeça com a mão direita e os olhos fechados. Eu também fechei os meus. Ao final, ele me desejou boa sorte e deu um leve beijo na ponta do meu ombro esquerdo. Em seguida, havia uma menina que conheço. Ela estava diferente da vida real: tinha cortado o cabelo em chanel curto e estava muito, muito feliz ao contar um sonho que teve comigo, para mim e para quem quisesse ouvir. Ela começou dizendo: “Era uma linda flor, e apareceu o espírito…”. Ela gesticulava e ria. Eu vi várias outras pessoas conhecidas ali, naquele lugar. No sonho, eu estava voltando para minha casa após dois meses me recuperando de uma cirurgia. O curioso é que, na vida real, estou na casa da minha sogra, me recuperando de uma cirurgia de três hérnias, uma umbilical e duas inguinais. Hoje, 18 de abril de 2026, faz 1 mês e 13 dias da minha segunda cirurgia. Nesse sonho, acredito que eram guias espirituais zelando por mim, em forma de pessoas que conheço. Eu estava muito feliz e disse a todos que os ajudaria de alguma forma, algum dia na vida. No final, nem deu para ouvir o restante do sonho da Alessandra, porque meu marido entrou no quarto e eu acabei despertando.