Frase de Letícia Del Rio
A boca se fecha, As mãos descansam, O pensamento se cala, A caneta repousa sobre o papel já marcado em letras, Dentro de mim sempre claras, Fora, Um emaranhado de idéias, Até hoje nunca entendido, Há os que se fizerem à saber, Mas, era mentira, Aos poucos desmoronava, Ele era o álcool, Eu era a tinta, Sou azul, Não sou eu que escolho o verso, Sim, ele me escolheu, E escorregando pelo papel, Me mostra em letras, Sou um pensamento aprisionado, Liberto e compreendido pela esferográfica.
No pensador.ai desde