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Frase de Rita Padoin

O Caminho da Aceitação “A esperança é a última que morre”, assim ouvimos desde sempre. Durante minha caminhada, entendi que sonhar é bom, ter esperança também; porém, os acontecimentos estão nas mãos de Deus. Queremos, desejamos, mas se Ele não quer, não adianta sonhar. Nosso destino já está traçado. Querendo ou não, precisamos aceitar. E é na aceitação que compreendemos que nada nos pertence – nem mesmo nossos desejos. Aceitar faz parte do nosso crescimento e desenvolvimento. Ao aceitar, percebemos que a vida flui naturalmente, sem magoas nem ressentimentos. Nosso peito vibra, e a alma se torna leve. É nessa leveza que a felicidade habita. É ali que tudo encontra seu curso, e passamos a enxergar aquilo que, há muito tempo, não víamos. Somos um misto de emoções e sensações. Por isso, é necessário viver em paz, para que aquilo que a vida tem reservado para nós venha ao nosso encontro. A aceitação é o segredo do nosso crescimento e da nossa felicidade.

Rita Padoin

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Rita Padoin

Refúgio nas Linhas Eu poderia me declarar, mas o medo de ser rejeitada me faz recuar. Não nasci para o desprezo – nasci para ser aceita, amada e adorada. São as minhas exigências como mulher. Trago em mim a convicção de que a mulher nasceu para ser amada, admirada e idolatrada.…
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Refúgio nas Linhas Eu poderia me declarar, mas o medo de ser rejeitada me faz recuar. Não nasci para o desprezo – nasci para ser aceita, amada e adorada. São as minhas exigências como mulher. Trago em mim a convicção de que a mulher nasceu para ser amada, admirada e idolatrada. É a minha essência: romântica, inteira e sonhadora. Prefiro recolher-me em mim mesma do que receber um “não” ou um “talvez” sem coragem. Há dentro de mim um lugar sagrado, reservado ao amor e o amor, quando chega, precisa ser inteiro. Eu poderia ligar, mandar mensagens, áudios – qualquer outra coisa revelando o que sinto. Poderia fazer surpresas, enviar músicas que tocam meu coração e minha alma, músicas que talvez tocassem a dele também. Eu poderia escrever uma carta manuscrita. Cartas a próprio punho são tão românticas –revelam a presença íntima de quem escreve, o perfume do papel, o calor das mãos que desenharam palavras amorosas. É como se o coração encontrasse refúgio nas linhas. Há tantas formas de se declarar. No amor são infinitas as possiblidades. Eu saberia como fazê-lo, mas e se...e se desse errado? E se ele apenas achasse graça da minha declaração? E se não entendesse minha intenção? E se não sentisse o mesmo que eu? Esses “e se” ficam pipocando na minha cabeça e não me deixam seguir adiante. Deixam-me em polvorosa, só de imaginar-me tentando me declarar – e recebendo um “não” como resposta. Preciso tratar esse meu ferimento interno. Cuidar da autoestima que, talvez, ande em baixa. Não sei responder às perguntas que me faço diariamente sobre esse medo da rejeição. Já pensei, repensei, tentei encarar o que pode ter acontecido num passado não tão distante. Tentei relembrar fatos que me deixaram assim, mas nada vem à mente. Talvez, eu precise reorganizar meu mundo interno, entender que é coisa da minha cabeça, que esse medo não existe de verdade. Talvez essa rejeição que sinto seja apenas fruto da minha imaginação. Talvez seja só isto. Talvez. Talvez eu escreva uma carta ou mande uma mensagem me declarando. Amar é se arriscar. É colocar o coração na beira do precipício. E se ele dizer não, aceitarei, pois terei dito o que sinto – e isso, por si só, já é uma forma de liberdade. Rita Padoin Escritora