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Frase de Clayton d'Souza

Árido Quid pro quo lhe diria Se ainda houvesse brilho Em seus noturnos outrora castanhos Brilhantes e profundos Há poesia onde eu quiser Em minhas mágoas que afogam o vizinho Nas dores que sinto sozinho Poesia melancólica eu diria Mas ainda sim poesia Me demorei em sombras E agora temo o Sol Sinto-me fino, esguio Construo um forte e nele moro Jazo alí há muitos anos Sou homem ou sou pedra? E quando choro Rego a terra sedenta Que sem sementes não brota flor.

Clayton d'Souza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Soneto do dia 7 Hora canta Hora dança Hora chora Hora brinca A hora passa O tempo passa Um tempo termina Outro tempo inicia A cada intervalo uma era inicia A cada era espera alegria Um desejo de felicidade que não termina Pensa que a canseira é tristeza Logo percebe que não é uma menina Suas alegrias se iniciaram e que se lembre nesse dia

Gotas que caem Uma chuva que cai gotas deslizam pelas folhas verdes
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Gotas que caem Uma chuva que cai gotas deslizam pelas folhas verdes brincam rumo ao chão uma após outra molha a terra. Um vento que sopra faz dançar os galhos as gotas teimosas, temerosas, escorregam e se empoçam. Mas eu, daqui da minha janela, fitava apenas uma gota que sem demora brincou na folha e foi-se embora.