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Frase de Juares de Marcos Jardim

Outono da minha vida Adentrando ao outono da minha vida, Um paradoxal inverno quente me anima. E a primavera, florida, faceira e sorridente Reflete a esperança de um dezembro caloroso, Com o verão pulsando caloroso em minhas veias. Com certeza um natal muito feliz Entre familiares e amigos. Um “adeus ano velho” ruidoso Com prazerosos brindes, fortes abraços, Estalados beijos e furtivas lágrimas. Mais um Ano Novo repleto de promessas. Que aventuras viverei em janeiro? Viagens, estradas, novas paragens. Fevereiro de olhares, sorrisos e afagos. Conquistas merecidas, achados fortuitos, Quiçá novos amores, explosivas paixões, Prazeres incontáveis, noitadas inesquecíveis. Assim a vida se renova, até a hora da partida. Março trará corações dilacerados, Almas partidas, bilhetes rasgados, Pulseiras, anéis e colares jogados. Roupas rotas, tênis gastos, Revistas dobradas, livros esquecidos. Enfim, páginas viradas, vidas passando. Os passos antes largos, agora lentos, Os olhos lassos, as nuvens altas, Prolongados suspiros, ais, sussurros. O tempo escoando entre dedos e frestas, As ondas do mar lavando lamentos, Na areia desenhando imagens funestas... (J.M. Jardim, setembro/2013)

Juares de Marcos Jardim

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Pensador.com

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Outras frases de Juares de Marcos Jardim

Quanto mais longe você vai, mais você se encontra. Todo dia Deus te dá oportunidades de acordo com suas capacidades. Busque e encontrarás. Encontre-se... E serás feliz. (J.M. Jardim)
O AMOR, AQUELE AMOR QUE ... Sonhamos desde sempre com o grande amor de nossas vidas. Depois de agraciados, aos poucos deixamos escorregar por entre os dedos a dadivosa oportunidade...
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O AMOR, AQUELE AMOR QUE ... Sonhamos desde sempre com o grande amor de nossas vidas. Depois de agraciados, aos poucos deixamos escorregar por entre os dedos a dadivosa oportunidade... Às vezes aos pingos, outras vezes de roldão, permitimos que as nuvens da felicidade se dispersem no distante horizonte. É quando nuvens negras de ressentimento empanam os sentimentos sinceros. O choro copioso da chuva de arrependimento avoluma a correnteza da saudade, desaguando nos bueiros da dor, nos córregos da tristeza tardia. E no mar das desilusões, o destino final. (Juares de Marcos Jardim)