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Frase de Fabio Rocha

Saudade... Mania que o coração tem de fazer o namoro do passado com o presente. O Olho, guiado pelo coração traz o futuro para o presente, ora ou outra, esquecendo o passado. Jeito que a razão tem de se livrar das emoções daquilo que não se sente nem nega. O tempo, brinquedo usado pela angustia e pela emoção, buscando posicionar um local e um estar. Quantas medidas são necessárias, e quantas palavras inventadas para frear o amanha, a tarde e a noite, ou o ontem, o hoje e o amanha... Saudade!

Fabio Rocha

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Exclusivo Não colhida. Flor fresca no jardim.
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Exclusivo Não colhida. Flor fresca no jardim. Não pegada. Acolhida pelo desejo. Rastreou... O lençol avermelhado. Exclusividade de um silêncio que berra Não mas sentirei ciúme de quem não manchou De sangue meu lençol Dentro de mim ficará inteira O sangue diz mais que os outros olhares e rostos. Conjunto de qualidade que se brinda com o instinto Ultrapassa a idéia do outro em mim Tornou-se sempre um fim e um sim. Morreu em mim

O existencialismo, proposta intelectual e" logica" sensivel de Sartre, nos permite á possibilidade de buscar um local diferente do consumo e dos falsos valores imediatistas. Albert Camus e Sartre colocam o homem moderno a se ver no espelho e se libertar de toda fantasia de consum…
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O existencialismo, proposta intelectual e" logica" sensivel de Sartre, nos permite á possibilidade de buscar um local diferente do consumo e dos falsos valores imediatistas. Albert Camus e Sartre colocam o homem moderno a se ver no espelho e se libertar de toda fantasia de consumo e de perceber a ideologia de felicidade simplista onde a religiao , a TV e o supermercado são seus atalhos .Existir na essencia humana é permitir a todos a possibilidade de quebrar as correntes e buscar a luz negada a todo instante.

Verdade absoluta. Construída de tripas e vísceras. Escondida em mim.
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Verdade absoluta. Construída de tripas e vísceras. Escondida em mim. Silenciando a língua e maltratando o coração. Exposta, permanente, no meu ser. Oculta do outro, não vista, nem ouvida. È dor de alma e encanto de paz.. Corre seguindo o fluxo do sangue. É um vai e vem sem fim. Busca permanente de coerência. Na sua construção participam órgãos Fígado, coração, rim, testículos, braços e pernas. O corpo é mente? Meu corpo? A verdade, que cedo, é relativa. É a verdade social. É medida do convívio. Limite de relacionamento pleno. Buscar a verdade absoluta é a inversão do ser. Verdade absoluta é caminho a ser trilhado por poucos. Construo com o silencio da boca E se mata sempre com o ouvido alheio. Falta-me respeito impor a alguém. Minha verdade social é relativa. Cedo como pão a alimentar a relação É medida justa. A verdade integralizada Sabida, tudo escapa. Inclusive minhas mentiras Pois é da mente que se tira. A que permito dizer é relativa Digna de bons relacionamentos. E de medida coletiva com dimensão Da possibilidade da escuta do outro.