Frase de Nellynton Borim
Você nunca esteve preso. Logo, nunca houve libertação. E aquele que buscava… nunca existiu.
No pensador.ai desde
Você nunca esteve preso. Logo, nunca houve libertação. E aquele que buscava… nunca existiu.
No pensador.ai desde
É um grande benefício da meditação identificar a maioria dos pensamentos derrotistas, ou sobre catástrofes pessoais, que não são verdade e provavelmente nunca vão acontecer. Perceber pensamentos assim, lhe dá a opção de deixá-los ir. Não tem haver com controlar a mente, é sobre…
É um grande benefício da meditação identificar a maioria dos pensamentos derrotistas, ou sobre catástrofes pessoais, que não são verdade e provavelmente nunca vão acontecer. Perceber pensamentos assim, lhe dá a opção de deixá-los ir. Não tem haver com controlar a mente, é sobre estar atento e saber soltar.
O impulso de reagir imediatamente a tudo que surge é um condicionamento antigo. Entre o estímulo e a resposta existe um espaço sutil que geralmente passa despercebido. A prática consiste em reconhecer esse espaço, habitá-lo, e permitir que a ação venha de um lugar mais consciente…
O impulso de reagir imediatamente a tudo que surge é um condicionamento antigo. Entre o estímulo e a resposta existe um espaço sutil que geralmente passa despercebido. A prática consiste em reconhecer esse espaço, habitá-lo, e permitir que a ação venha de um lugar mais consciente, e não apenas automático.
A ideia de progresso espiritual pode se tornar um obstáculo invisível. Quando você acredita que está “chegando a algum lugar”, você reforça a noção de separação entre onde está e onde deveria estar. A percepção mais profunda surge quando essa busca relaxa, e você começa a investi…
A ideia de progresso espiritual pode se tornar um obstáculo invisível. Quando você acredita que está “chegando a algum lugar”, você reforça a noção de separação entre onde está e onde deveria estar. A percepção mais profunda surge quando essa busca relaxa, e você começa a investigar diretamente a experiência presente, sem projeções.
Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma…
Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma consciência que não precisa de posição, esforço ou identidade para existir.