Frase de Priscilla de Carvalho Avelaira Rosa
Vejo potes de ouro no fim do arco-íris Escorrego meus dedos para alcança-los Perco o equilíbrio e caio no infinito do céu O vento desmancha meus cabelos Enquanto voo pela imensidão azul Embriagada pela imortalidade Abro os olhos extasiada Deleito da relva verde e viva Abraçando-me contente Moedas de ouro chovem em abundância Mas das minhas mãos resvalam Transformando-se em acácias. Procuro a felicidade Mas creio já ter encontrado? No fundo de meu coração? (Priscilla de Carvalho Avelaira Rosa – 07/11/2013)
Priscilla de Carvalho Avelaira Rosa
No pensador.ai desde