Frase de Rayme Soares
CARRETEL DE LINHA (Carlinha) Pele de lã, longe (Branquinha, seja minha) Enigmaticamente não chega E tudo lhe faz rainha Quando aparece, cega E cego, navego na rede Um pescador não nega O que de fato lhe mata a sede Carretel de branca linha Tece o tecido da flor Encarcera a vontade minha De sentir do seu corpo o olor Negros cabelos distantes Percebo a avidez dos ventos Por seus fios brilhantes Quem sabe isso fosse um alento.
No pensador.ai desde