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Frase de Gabriel Amorim

Eu amava muito você Neste momento, neste exato instante, não há espaço para doçura ou nostalgia. Estou mergulhado em um mar de indignação, onde as ondas da raiva e da decepção se chocam contra as rochas da minha alma ferida. Eu amava muito você. Essas palavras que um dia foram sussurradas com ternura agora ressoam em minha mente como um grito de revolta, uma expressão do quanto fui enganado e traído. Cada lembrança agora é um punhal cravado em meu peito, lembrando-me dos momentos em que confiei em você cegamente, apenas para ser traído e abandonado no final. Seu sorriso era falso, suas palavras eram mentiras habilmente tecidas para me iludir e me fazer acreditar em um amor que nunca existiu. Cada gesto de carinho, cada promessa de eternidade, eram apenas uma fachada para esconder sua verdadeira natureza egoísta e manipuladora. Você brincou com meus sentimentos, usou-me como um joguete em seu jogo sujo de poder e controle. Agora, enquanto olho para trás, vejo a verdade nua e crua diante de mim. Você nunca me amou de verdade, nunca se importou comigo além de suas próprias necessidades e desejos egoístas. E por isso, sinto uma fúria que queima dentro de mim como uma chama inextinguível, consumindo tudo em seu caminho. Eu amava muito você. Mas agora, tudo o que resta é a amargura de uma traição cruel, o sabor ácido da decepção que envenena minha alma. E enquanto caminho pelos escombros do que um dia foi nosso amor, juro a mim mesmo que nunca mais permitirei que alguém me faça sentir tão indignado e ferido como você me fez sentir.

Gabriel Amorim

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Pensador.com

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Escorpião Escorpião, fure meus globos Inchaço Globo vermelho Sangra. Vaza. Fecha. Morro. Sangra. Vaza. Fecha. Respiro. Meu corpo se revolta Estou pingando Faça isso parar! Minha glândula salivar Que rebelde, maldita Pare Te imploro Acabe logo com isso …’’.’.’.’.’.’......’.’.’’............... .”....”.’.”.””.”.”..’.’.’.’. Não posso enxergar Anoitece ao meio do dia Acaba-se tudo as quinze horas ………….,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, Canso e caio No poço, no fundo Manso morro De roupa, imundo

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⁠Num abismo sombrio de desespero, O transtorno de Borderline se abriga, Um mar de melancolia, vazio e austero, O amor e a intensidade numa dança intriga. Na alma, um vendaval de emoções devastadoras, Amor intenso, mas fugaz como a madrugada, A valorização se esvai como sombras fugidias, Enquanto a desvalorização inflama a ferida. A autoestima se esvai em fragmentos dispersos, Como um espelho partido, cacos em agonia, A busca incessante por uma identidade. Mas na melancolia, há um chamado de esperança, Na aceitação e compreensão do sofrimento, A luz tênue brilha na busca da bonança.