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Frase de Patty Vicensotti

Sei lá... Me deu vontade de escrever uma carta. Pegar papel,caneta,colocar sobre a mesa. Fazer letra bonita,bem desenhada. Pra que quando seus olhos corressem sobres as linhas, Visse que dentro de mim ainda havia beleza. Pra que quando você abrisse aquela carta descobrisse que sou além de letras criadas. eu existo. Escrevia com calma. Dizendo sobre tudo que sentia. Contei sobre aquilo que frente a frente jamais conseguiria. Na metade,parei. Debrucei sobre a folha,que já se borrava. Fiquei me perguntado:até quando? Respirei por uns minutos, entre goles engasgados de raiva. Ao terminá-la,dobrei com cuidado. Processo demorado de decisão. Ia,ou não ia? Decidi ir. No verso do envelope,escrevi PARA: um criminoso. Pois quando lesse aquela carta, talvez eu não estivesse ali. Mas só aí então,entenderia que além do meu coração, havia roubado minha paz, meus sonhos, minha vida! E eu não te dei esse direito. Ah! se eu pudesse voltar atrás no tempo.

Patty Vicensotti

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Me cuide como tua flor. Me olhe... sinta meu perfume. Seja sutilmente um toque, o calor que preciso. Faça-se em mim... Só não roube a minha essência! Me deixe ser sempre viva assim. Para ti!!. Treat me like your flower. Look at me ... feel my perfume. Be a subtle touch, the warm…
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Me cuide como tua flor. Me olhe... sinta meu perfume. Seja sutilmente um toque, o calor que preciso. Faça-se em mim... Só não roube a minha essência! Me deixe ser sempre viva assim. Para ti!!. Treat me like your flower. Look at me ... feel my perfume. Be a subtle touch, the warmth I need. Make me ... Just do not steal my essence! Let me always be alive thus. For you!

Quanto tempo tem teu amor? Até o ultimo gole do café, que desce amargo,nas madrugadas que não passam,e que eu te escrevo.Penso:é a última vez!Na cabeceira da cama,no livro,na mesma música deprimente que choro toda vez que ouço?Duraria mais um pouco?É reticências,sempre. Nada se…
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Quanto tempo tem teu amor? Até o ultimo gole do café, que desce amargo,nas madrugadas que não passam,e que eu te escrevo.Penso:é a última vez!Na cabeceira da cama,no livro,na mesma música deprimente que choro toda vez que ouço?Duraria mais um pouco?É reticências,sempre. Nada se conclui,nada se resolve. Você não volta e eu não vou.Me retorço nas horas,na vontade de desistir.Cada dia seus vestígios são mais fortes,e tão piores.Disfarça, fala,e eu entendo mais.E compreender o que não se quer é como uma lança que rasga mesmo. Não queria ,eu juro que não queria (muito).Se eu fosse menos egocêntrica,ah! Quando você ligasse,diria:"eu estou bem".(Ps:histérica).E desligaria sem querer de me atirar de algum lugar. Quanto tempo ainda tem teu amor?Caso você não compreenda,(porque seus planos são diferentes dos meus),eu fugi mesmo. Não se espante,se ás três da manhã eu chegar insônia,e despertar o mesmo amargo do café de todas as noites,e causar quem sabe,alguma atitude. E eu pergunto:quanto tempo terá o meu? Reticências...?Mas caso compreenda,(porque ninguém sabe mais dos meus planos do que você),eu cansei mesmo. Não se espante se meu email não chegar,se não te atender,se eu mudar de endereço.Ainda assim,por caridade,talvez,se eu quiser, te deixo algum sinal,só pra não pensar que isso não foi importante. É ,foi,e ainda é. Tão abstrata,essa forma de ficar.Me confunde.Nunca gostei de esconde-esconde,gato e rato,de coisas desencontradas.Então,até o sonho me trazer o real,e me tirar essas dúvidas da cabeça,vou dar um tempo.E você?Vai ficar ou vai correr?Vai salvar ou esquecer?Você ainda tem tempo?Por obséquio,te imploro,suplico:se ainda tem,caro amor,preencha essas reticências(...),por favor.