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Frase de Alê Maria Borboleta

⁠Podemos planejar e extrair nossos conhecimentos numa bolsa de valores da vida. Ainda assim, estamos diante de uma estrada longa, com visão limitada. Algumas vezes é melhor sentar, observar o próprio respirar para continuar. Nada é tão acertivo quanto a intuição.

Alê Maria Borboleta

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alê Maria Borboleta

As flores são como as crianças. Fazemos de tudo para que cresçam lindas, perfeitas e cheias de vida. Onde há amor, elas florescem. Onde há o toque suave, elas não se desmancham. Onde há o cuidado, a cor é vibrante. Entender a necessidade de cada uma também é uma tarefa importan…
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As flores são como as crianças. Fazemos de tudo para que cresçam lindas, perfeitas e cheias de vida. Onde há amor, elas florescem. Onde há o toque suave, elas não se desmancham. Onde há o cuidado, a cor é vibrante. Entender a necessidade de cada uma também é uma tarefa importante. Algumas precisam de mais sol, outras mais sombra. O vento pode desmanchar algumas, mas pode levar sementes boas para outros solos. A vida de uma flor depende de quem cuida. A vida de uma criança também. As flores, as crianças, a vida, o amor. Para quem acredita no simples, saberá a importância do cuidar.

"Durante a vida eu me dividi para multiplicar, errei para acertar e corri para um dia caminhar. Multipliquei algumas coisas boas e dividi outras ao meio para que desse um pedacinho pra todo mundo. Errei tentando acertar. Corri com a intenção de chegar, mas numa das lições que apr…
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"Durante a vida eu me dividi para multiplicar, errei para acertar e corri para um dia caminhar. Multipliquei algumas coisas boas e dividi outras ao meio para que desse um pedacinho pra todo mundo. Errei tentando acertar. Corri com a intenção de chegar, mas numa das lições que aprendi é que não há onde chegar, só é preciso viver. Multipliquei amor. Dividi meu tempo. Errei para aprender. Acertei para ser feliz. Corri só para me cansar e... caminhei para observar melhor os acertos da minha vida.

Tem um tiquinho de amor lá fora. Por favor, não feche a porta. Deixe ele entrar e se entusiasmar novamente, como se estivesse nascendo pra esse mundo. Amor assim, a gente não perde e nem deve deixa-lo se perder. Se fechar a porta, ele entrará pela janela, meio bandido, invadindo…
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Tem um tiquinho de amor lá fora. Por favor, não feche a porta. Deixe ele entrar e se entusiasmar novamente, como se estivesse nascendo pra esse mundo. Amor assim, a gente não perde e nem deve deixa-lo se perder. Se fechar a porta, ele entrará pela janela, meio bandido, invadindo todo o recinto a procura do seu autêntico sentimento. Tem um cisco de amor lá fora. Por favor, permita que ele seja livre para ver o sol e retorne maior que saiu. Amor assim, a gente cuida, não prende. Amor é ser... ser amado. Tem um punhadinho de amor lá fora. Tão pouco para o que há aqui dentro. Pare de tolice... deixe ele entrar.

⁠Parei de ouvir o que os olhos queriam ver e passei a ouvir o verdadeiro que habita em mim. Se um dia encontrei felicidade no auge de todo o material, não foi a verdade que me vestia. Só me vesti de felicidade quando a vida estreitou os caminhos e as oportunidades, até então tão…
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⁠Parei de ouvir o que os olhos queriam ver e passei a ouvir o verdadeiro que habita em mim. Se um dia encontrei felicidade no auge de todo o material, não foi a verdade que me vestia. Só me vesti de felicidade quando a vida estreitou os caminhos e as oportunidades, até então tão importantes, se restringiram. Desencontrei muitas pessoas, não enxerguei a mão que me brindou numa festa e não tive nada a oferecer senão a minha presença. Nesse momento ouvi uma simplicidade brotando de momentos que já não vivia com tanto entusiasmo. Ouvi meus pés caminharem por ruas que jamais conheceriam se meus caminhos não estivessem se estreitado. Ouvi sorrisos amorosos de desconhecidos. Ouvi o falar manso de um idoso que pegou o ônibus para sua consulta. Ouvi a mãe segurar seu bebê logo de manhã dando amor, proteção e carinho a ele. Ouvi orações matinais de "rezadeiras" que se enchiam do espírito santo. Ouvi crianças chegarem sem carro para a festa, mas felizes por terem passeado. Ouvi a lua sozinha me dizendo que o que importava na vida estava comigo, ali, todos os dias. Ouvi a coragem me trazendo de volta, sacudindo todos os meus sentidos, fazendo ventania no peito e escancarando para meu ego que eu não sou o que tenho, porque sou superior a tudo isso. A bagunça virou-me do avesso, e por ironia da simplicidade, é desse avesso que eu precisava para essencialmente ser feliz.