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Frase de Lídia Rodrigues

⁠UM CORDEL PARA MEU AVÔ Eu sou bem falante Vovô é mais sério Mas também é brincalhão Quando pega pra contar histórias Não tem lugar pra sermão Ele ensina que nem sabe Fico atenta, prestando atenção. Gosto das histórias de família E não é nenhuma obrigação Contou sobre quando era menino Eu senti que ele abriu o coração Vi meu avô tão feliz! Pensei: vou fazer virar uma tradição Vou contar pra todo mundo Que meu avô me ensinou: "É feliz quem não esquece: A vida é uma trajetória E bom é ter gratidão."

Lídia Rodrigues

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Lídia Rodrigues

Minha voz se cala de tanto que quer lhe falar... Meus braços são poucos para te abraçar, meus beijos e toda proximidade parece insuficiente, então fico a te olhar. Em silêncio te olho por longos momentos sem me cansar.Como és lindo!Só sei te amar.
Há tempos o que vemos e vivemos no mundo é o preconceito, o juízo prematuro e injusto da identidade alheia. Diversas vezes pensa-se estar exposto na cara, nas vestes, e na tonalidade da pele o valor de cada um. Não se erra porque é humano, mas sim porque se tem pele escura. A cor…
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Há tempos o que vemos e vivemos no mundo é o preconceito, o juízo prematuro e injusto da identidade alheia. Diversas vezes pensa-se estar exposto na cara, nas vestes, e na tonalidade da pele o valor de cada um. Não se erra porque é humano, mas sim porque se tem pele escura. A cor da pele diversas vezes expõe todas as demais características prováveis de uma pessoa. É incrível e poderia ser sábio se não fosse insanidade humana a capacidade leiga de a partir da cor da pele levantar (pseudo) dados criminais, dados a cerca do caracter, posição social, entre tantos outros valores de um ser humano. O comportamento típico do negro é rotulado muitas vezes como o pior possível, por mais que esse não faça nada além do que agir como tantos outros de pele branca, amarela, verde ou azul. O que é correto? Talvez seja permanecer no direito de ficar calado por não haver necessidade alguma de explicar a presença de melanina na pele e morrer como inocente ou simplesmente andar calçado, bem vestido, limpo e fazer cara de intelectual, para viver e não ouvir falarem que ainda é um homem incorreto. Não basta ser, tem que parecer ser o que uma sociedade preconceituosa não procura encontrar.