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Frase de Mafê Probst

Não se doe à quem te dói. Não aceite migalhas de amor. Você merece mais do que isso. ⁠ Vamos parar? Na boa, as coisas não são desse jeitinho que você pinta e borda. Não entenda como uma crítica, menina, eu só estou aqui para estender uma mão e fazer você enxergar a vida de um jeito mais leve e livre, como você merece. Você precisa entender (e eu torço mesmo para que entenda) que você não precisa tolerar esse amor que vive só por puro comodismo. Há um hiato gritante, menina, entre tolerância e reciprocidade. Daqui dá para ver o tudo que você tolera. Mas, e o amor recíproco, menina? Você vai deixar guardado na gaveta por quanto tempo?

Mafê Probst

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠vezenquando tento me vestir da mulher que quero ser. tem dias que a rotina engole um pouco mais & ainda assim, me apaixona. houve um tempo que eu não sabia equilibrar os sonhos que, hoje, carrego firme na palma das mãos… viver é deliciosamente caótico

⁠Em algum momento, entre os excessos de pertencimento, deixei de caber. Vi destoar as expectativas, assisti, lentamente, cada palavra morrer. Eu tagarelava, n’outros tempos, mil verdades em entrelinhas que me denunciavam inteira; quando me despia das vontades alheias e me enxerga…
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⁠Em algum momento, entre os excessos de pertencimento, deixei de caber. Vi destoar as expectativas, assisti, lentamente, cada palavra morrer. Eu tagarelava, n’outros tempos, mil verdades em entrelinhas que me denunciavam inteira; quando me despia das vontades alheias e me enxergava nua & vulnerável; dizendo mais do que ousava sentir; sentindo mais do que arriscava ser. Hoje se amontoa. Vezenquando deixo escapar. Vez em sempre tento esconder…

deixo descabelar. aprendi depois de muita energia desperdiçada. eu era inquieta demais diante de qualquer bagunça, não fazia ideia de como conviver com o caos. tudo precisava estar milimetricamente no lugar. roupa desamassada, cabelo bem penteado. odiava os dias de vento, vê se p…
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deixo descabelar. aprendi depois de muita energia desperdiçada. eu era inquieta demais diante de qualquer bagunça, não fazia ideia de como conviver com o caos. tudo precisava estar milimetricamente no lugar. roupa desamassada, cabelo bem penteado. odiava os dias de vento, vê se pode? agora deixa ventar. deixo me virar do avesso, deixo bagunçar — o cabelo, a roupa, a vida toda. sorrio no meio da brisa leve e aprendi sorrir em meio algumas tempestades. a chuva não me assusta mais, mas ainda não gosto de raio e trovão. me percebo cada dia mais dente-de-leão: tão leve, tão me deixo levar. e me levo. ⁠(do livro: A menina que desatava nós)