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Frase de Zildo De Oliveira Barros

O dinheiro nem tudo compra... Você que se julga toda poderosa, pense nisto. Mulher! A tarde que já se escoa, lembranças que tão atoas, dos sonhos o entardecer, a vida seguiu o tempo, tirou tu de um tormento, passado passou tão lento, mas dele não se esqueceu! Lembranças de uma outrora, sonhos de todas as horas, madrugar sem amanhecer, o travesseiro te estranhas, nem parece sua cama, daquele amor sem o saber! Maldades de um passado, nada ficaram largados, tudo tem o seu querer, o corpo ainda te implora, parece que em toda hora, só pensa ele em você, mas a madrugada é estranha, travesseiros e a tal cama, aqui nada a me valer! Os raios já chegam lentos, clareando os momentos que os brilhos trazem você, mas não tarda os movimentos, te esquecerei por momentos, logo a noite vem me ver, e juntos nesta embolada, novamente a minha estrada é passar sem te esquecer, troquei te por coisas fúteis, um monte de bens, que queria meu querer! Pensava que na riqueza, daquela triste pobreza, esqueceria você, mas a riqueza tão bela, me foi como aquarela, pintou cores em meu viver, carros e lindas roupagens, desfiles e maquiagens, pouco tempo me valeu! Vi numa noite tão triste, que tudo que eu precisava, somente era te ter, um ranchinho a beira rio, queria eu teu carinho, riquezas a se perder, teu olhar triste e vazio, marcou fundo meu destino, feriu fundo o meu viver, hoje te venho em escritos, dos rabiscos de um poeta aqui, te venho dizer; Perdi tu por coisa atoa, queria ser a patroa num ranchinho de sapé, e nesta mansão que vivo, trocaria tudo aquilo, que hoje vale milhões, por um homem, simples e pobre, um roceiro muito nobre, que molhou aqueles chãos, com suas lágrimas marcadas, escorreu naquela estrada, naquele fim de Sertão! O poeta o conhece, e sabe que ali nem preces, tira ele do teu chão, sem palavras o poeta sabe e lhe reconhece, que o homem do sertão, perdeu toda sua riqueza, quando o abandonei ligeira em busca de alguns milhões, e que morrerá sozinho, nem mesmo que eu me humilhe, terei ele em minhas mãos... (Zildo de Oliveira Barros) 05/02/15

Zildo De Oliveira Barros

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Bom dia! Já convivi com pessoas, que para mim, eternas elas seriam, as perdi numa manhã de uma madrugada fria, se foram com os nevoeiros que o bom sol espargia, achei que não suportava, que aos chãos me levariam, no hoje nem mesmo lembro, o tempo foi o remédio, e curou minhas fe…
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Bom dia! Já convivi com pessoas, que para mim, eternas elas seriam, as perdi numa manhã de uma madrugada fria, se foram com os nevoeiros que o bom sol espargia, achei que não suportava, que aos chãos me levariam, no hoje nem mesmo lembro, o tempo foi o remédio, e curou minhas feridas... (Zildo de Oliveira Barros)

Boa tarde! Existem grandes diferenciais entre a pobreza e a riqueza, se achegue numa colônia, no rancho de um capiau, seus filhos bem educados, sorrindo de todo mau, levantarás as mãozinhas pedindo a sua benção, dificilmente na riqueza encontrarás tal situação... (Zildo de Oliv…
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Boa tarde! Existem grandes diferenciais entre a pobreza e a riqueza, se achegue numa colônia, no rancho de um capiau, seus filhos bem educados, sorrindo de todo mau, levantarás as mãozinhas pedindo a sua benção, dificilmente na riqueza encontrarás tal situação... (Zildo de Oliveira Barros)

Meu pensamento deste dia. O tempo! Estranho tempo, transforma conceitos, muda gostos, faz pensares que tão enraizados, sejam arrancados e transformados! Quem só ouvia Mozart, Beethoven e chopin hoje ouve Leonardo, assim o tempo se segue, transformando nossos pecados... (Zildo d…
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Meu pensamento deste dia. O tempo! Estranho tempo, transforma conceitos, muda gostos, faz pensares que tão enraizados, sejam arrancados e transformados! Quem só ouvia Mozart, Beethoven e chopin hoje ouve Leonardo, assim o tempo se segue, transformando nossos pecados... (Zildo de Oliveira Barros)