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Frase de Vanderson Xispiu

O Sentimento Sem Nome É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer. Talvez não tenham conseguido dar um nome a esse sentimento porque ele não cabe em letras. É uma experiência que desafia a lógica do ego. Em um mundo que nos ensina a competir, a olhar para o lado para medir o nosso próprio sucesso, sentir o coração vibrar pelo troféu que está nas mãos de outra pessoa é um ato de rebeldia silenciosa. É quando a pele arrepia ao ver um amigo realizar um sonho que não é o seu. É quando o sucesso de alguém que amamos não nos faz sentir "atrás", mas sim impulsionados. É a consciência de que a luz do próximo não apaga a nossa; pelo contrário, ela ilumina o ambiente onde todos estamos. Pode chamar de Mudita, de Confelicidade ou de Compersão. Mas, na falta de uma palavra que todos conheçam, a gente chama de amor em estado de gratuidade. Porque, no fim das contas, quem consegue se alegrar com a vitória do outro já venceu a maior de todas as batalhas: a contra o próprio ego. É um sentimento que não precisa de batismo, pois quem o sente já conhece a sua tradução mais fiel: paz.

Vanderson Xispiu

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Quem sou eu? Se tenho a capacidade de sondar meus pensamentos, se posso discernir meus sentimentos e examinar meus desejos,
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Quem sou eu? Se tenho a capacidade de sondar meus pensamentos, se posso discernir meus sentimentos e examinar meus desejos, então eu não sou simplesmente aquilo que penso, nem aquilo que sinto, nem aquilo que desejo. Quem sou eu? Sou mais do que meus pensamentos. Sou mais do que minhas emoções. Sou mais do que os desejos que surgem dentro de mim. Meus pensamentos podem oscilar. Meus sentimentos podem mudar. Meus desejos podem me enganar. Mas minha identidade não está sujeita às oscilações da minha alma. Eu não sou escravo do que sinto. Não sou governado pelo que penso. Não sou definido pelo que desejo. Posso observar meus pensamentos sem ser dominado por eles. Posso reconhecer meus sentimentos sem me tornar refém deles. Posso discernir meus desejos sem obedecer a todos eles. Eu sou aquele que escolhe permanecer firme. Aquele que discerne. Aquele que renova a mente. Aquele que não se deixa governar pelas circunstâncias interiores. Porque o que sinto muda. O que penso muda. O que desejo muda. Mas aquilo em que estou firmado permanece. Não sou simplesmente aquilo que passa dentro de mim. Sou consciência desperta. Por isso, não serei governado pelo que sinto. Não serei escravo do que penso. Não serei conduzido por todo desejo que surgir.