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Frase de Rodolpho Pimentel

Eu, Rodolpho, estava aqui pensando que... sobrevivemos com tão pouco outrora... Lembro da minha juventude. Não queríamos saber de dinheiro. No máximo tocávamos nele para comprar pão, doces, algum brinquedo ou gastar com algumas fichas em lan houses e fliperamas. Tudo sempre foi muito simples! Lembro do meu primeiro celular. Internet? Nem sonhava com isso. As coisas demoravam a chegar na gente, como músicas e etc, mas chegavam. Lembro que a memória do meu primeiro celular, que eu nem ligava tanto assim, era de 12 MB. As músicas vinham em KB. O som era "ótimo". Mais arranhado que cigarra. Mas como não tínhamos parâmetros para nada, era ótimo sim! A gente passa músicas um para o outro pelo bluetooth (podia ficar com o cel nas mãos, mas não muito longe) ou infravermelho (Por favor, não tire o seu celular do lado do meu, rs). Éramos mais felizes, de fato, sem toda essa tecnologia. Mas não estou reclamando deste avanço inevitável. Não, jamais! Acredito que existam pessoas que pensem como eu. Que é possível controlar tudo isso. Que não é a tecnologia quem dá as cartas, somos nós. Quem se deixa levar por ela hoje, ama menos, sai menos, conversa pessoalmente menos, quase tudo diminui para um certo tipo de vício ou dependência daquilo, aumentar. Um tempo atrás encontrei um cara que estava numa trilha e ele foi sem o celular. Como ele não estava filmando, fazendo os próprios status e etc, falou que era como se ele não tivesse ido lá. Que a sensação era essa! É muito estranho o jeito que as coisas estão andando. Por vezes, eu mesmo me pego num vício deste sistema que entra em nós bem devagar. Por diversas vezes na semana, eu tiro um dia pra mexer muito menos no celular como de costume. Obtenho ótimos resultados com coisas diárias. Fiz uma auto reflexão para utilizar a internet para discutir menos, tentar alegrar ainda mais eu ou alguém, ver vídeos que me façam rir e aprender algo. Como por exemplo, aprendi a mexer na geladeira. Aprendi o nome e para o que servem umas peças. Olha que legal! Rs. Quando saí deste sistema louco da internet, voltei a enxergar melhor. Quando estava mexendo muito, alguns ônibus um tanto distantes, eu já não conseguia ler como antes. Passei a dormir e acordar mais cedo. Comecei a observar que as pessoas estavam fazendo igual eu, aí puxava um assunto. A partir dali, notei que a conserva ainda cativa. Estamos nos transformando ainda mais em pessoas carentes de atenção. Hoje, quem pratica o dom de ouvir, sai muito mais na frente do que quem fala. Hoje, ninguém quer ouvir, daí as pessoas *escrevem* ou enviam áudios para outras pessoas. Muito das vezes pensam que estão sozinhas no universo. Começam a buscar coisas na internet. Aí vem ansiedades e etc. Coisas que vão nos minando aos poucos. Quando aparece um(a) salvador(a) de relacionamentos, a pessoa entra de cabeça achando o seu problema era ficar solteira. Achando que aquilo vai perfazer o que lhe faltava. Eu gosto muito de tudo isso (avanços tecnológicos). Sou um ótimo aproveitador da tecnologia, de toda essa novidade, inclusive. Contudo, isso não é perfeição. A perfeição já existe há séculos. A vida e tudo o que nela há. Sem questões políticas ou religiosas. São apenas palavras de alguém que fez uma observação e que está passando despercebida. Só devemos prestar mais atenção como estamos usando tudo isso, para não sermos usados. A conversa ainda é um ótimo meio de ajeitar tudo.

Rodolpho Pimentel

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Haverá um dia, em que todos nós sentiremos saudades de pessoas e de momentos que foram únicos. Hoje em dia, se a gente for num lugar e não tira fotografias etc, a sensação é de que não fomos. Assim, são aqueles momentos que tivemos com muita gente. Muitos que até partiram deste m…
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Haverá um dia, em que todos nós sentiremos saudades de pessoas e de momentos que foram únicos. Hoje em dia, se a gente for num lugar e não tira fotografias etc, a sensação é de que não fomos. Assim, são aqueles momentos que tivemos com muita gente. Muitos que até partiram deste mundo. Com isso, um pen drive, arquivos em nuvens, celular ou computador, são as melhores formas atualmente, em guardar as nossas fotografias e vídeos, coisas virtuais. Mas, quando se tratar de sentimento, a melhor forma de guardar é na cabeça. A nossa melhor memória. A nossa melhor fotografia.

"Haverá um dia, em que estaremos só nós dois, bem distantes da cidade e de todo este pandemônio que existe. Nós veremos as estrelas com mais facilidade. Veremos a lua mais facilmente.
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"Haverá um dia, em que estaremos só nós dois, bem distantes da cidade e de todo este pandemônio que existe. Nós veremos as estrelas com mais facilidade. Veremos a lua mais facilmente. Verei o seu sorriso, mais fácil. Viveremos um momento único. Contemplando esta noite única. Nas batidas do seu coração, contarei as batidas do seu amor por mim. Imagine! Será tão gostoso viver assim... Viveremos como se fosse o último dia no mundo. O que nos remete umas das histórias mais lindas, da Dama e do Vagabundo. E vão contar a nossa história como esta fora lembrada. Por que não? Assim, depois disso tudo, terei o seu coração"

Muitas não valorizam alguns tipos de cavalheirismo, como colocar a namorada do lado mais seguro da calçada. Amar, está nos pequenos, simples e cotidianos detalhes. Ainda bem que muitas não valorizam. Porque são como as "areias" que caem da peneira para procurarmos o pouco, que sã…
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Muitas não valorizam alguns tipos de cavalheirismo, como colocar a namorada do lado mais seguro da calçada. Amar, está nos pequenos, simples e cotidianos detalhes. Ainda bem que muitas não valorizam. Porque são como as "areias" que caem da peneira para procurarmos o pouco, que são os diamantes.