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Frase de Adélia Prado

Me apanho composta.[...] Nem uma seta consigo pintar na estrada.[...] Ô Deus, eu digo enraivada, esmurrando o ar com meu murrinho de fêmea.[...] Um preto no cruzamento olhava atentamente para o fim dos tempos. Eu olho meu olho fixo. Como se não houvesse cantochão nem monges.

Adélia Prado

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com | Fonte: Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015. | Nota de autoria: Nota: Trechos do poema Ruim.

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O que precisa nascer tem sua raiz em chão de casa velha. À sua necessidade o piso cede,
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O que precisa nascer tem sua raiz em chão de casa velha. À sua necessidade o piso cede, estalam rachaduras nas paredes, os caixões de janela se desprendem. O que precisa nascer aparece no sonho buscando frinchas no teto, réstias de luz e ar. Sei muito bem do que este sonho fala e a quem pode me dar peço coragem.