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Frase de Aline Diedrich

Andando por aí a toa Num dia tão normal Achando que ta tudo numa boa Ultrapassando o sinal Revivendo o passado Do teu inferno astral Transformando em poesia Aquilo que outro dia Parecia tão banal Sem planos, sem pressa Sem nada que impeça De desmontar as histórias que eu mesma criei Sem impor os limites De tudo que um dia sonhei Sem as ideologias cruéis Do livro da lei Que um dia Por ironia Inventei Na vida a gente tende a criar Fantasmas imaginários Pra ninguém suspeitar Os medos eternizados em diários E de repente da uma vontade De mandar alguém pra longe, pra outros lugares Pra fugir de alguma outra vontade E dizer pra quem não tem nada a ver comigo Que não faço representações vulgares Então, não te represento um perigo E gritar loucamente Olhando pro céu Desculpa, se eu tenho mel

Aline Diedrich

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Aline Diedrich

Não seja o que mundo espera de você, mas o que você espera do mundo...
Quantos mil degraus? Cair do telhado e quebrar a perna, jamais impediu que prosseguisse naquela busca insana por um pedaço do céu. Planejava ter uma escada tão alta, apoiada no Everest, para contar com exatidão quantas estrelas habitavam no espaço e tocar o firmamento com a pont…
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Quantos mil degraus? Cair do telhado e quebrar a perna, jamais impediu que prosseguisse naquela busca insana por um pedaço do céu. Planejava ter uma escada tão alta, apoiada no Everest, para contar com exatidão quantas estrelas habitavam no espaço e tocar o firmamento com a ponta dos dedos. Desde que nasceu lhe ensinaram a olhar para o alto. Jamais baixar os olhos diante qualquer desafio que a vida colocasse em sua frente. Seu paraíso era ali, o agora, o momento de incerteza e de acreditar em adivinhações tolas do futuro. Foi assim que decidiu escalar as montanhas, pular alguns muros velhos e despintados e colocar seu balanço feito de pneu em meio os prédios da cidade. Mas por mais que subisse todos os degraus, o firmamento continuava distante. Teve a impressão de que não passava de uma ilusão de óptica, um delírio de consumo impagável, o máximo que seus olhos conseguiam ver. Mas ainda assim era azul. Azul celeste. Olhou outra vez para o céu. __ E aí, será que chove? Perguntou o cara parado ao seu lado, enquanto esperavam o ônibus que estava atrasado como sempre. Ainda precisava perder o medo de altura.