Frase de Denise Vila Verde (Esined)
Não acredite nas minhas palavras, não aceite-as, apenas leia, não transforme sua vida em todo esse trama, em todo esse circo sem palhaço que deixei transparecer.
No pensador.ai desde
Não acredite nas minhas palavras, não aceite-as, apenas leia, não transforme sua vida em todo esse trama, em todo esse circo sem palhaço que deixei transparecer.
No pensador.ai desde
"Eu queria aquela minha força e inocência, eu queria não sentir esse peso, nem as obrigação do dia-dia. Eu tenho vontade de gritar, eu tenho vontade de fujir, eu tenho vontade de desistir.Sabe, os sorrisos dos dias não existem, vivo entre as lágrimas da vida e a triste caminhada…
"Eu queria aquela minha força e inocência, eu queria não sentir esse peso, nem as obrigação do dia-dia. Eu tenho vontade de gritar, eu tenho vontade de fujir, eu tenho vontade de desistir.Sabe, os sorrisos dos dias não existem, vivo entre as lágrimas da vida e a triste caminhada desse dias."
"Me pergunto todos os dias quantas lágrimas serão necessárias... Quanta coragem... Quanta força...Lamentavelmente não me vem respostas, nem muito menos motivação, para que aquelas simples coisas tenham sentido, e tudo realmente não pareca tão irrelevante... Tão triste."
"No fundo meus dias, vem com essa carga essa dor. Não há nada perfeito, mas, não há nada imperfeito. Sou eu. Sou eu. São estes tons de cinza, estes passos, estas coisas que a gente não explica. E... Existe esta saudade, esta culpa, esta incerteza. Existe essa, eu sobrevivente, qu…
"No fundo meus dias, vem com essa carga essa dor. Não há nada perfeito, mas, não há nada imperfeito. Sou eu. Sou eu. São estes tons de cinza, estes passos, estas coisas que a gente não explica. E... Existe esta saudade, esta culpa, esta incerteza. Existe essa, eu sobrevivente, que pouco sabe valorizar a riqueza de seus dias, então o que sobra é essa lamentação esse resto com sabor de solidão..."
"Eu ainda me sinto perdida, sufocada, uma sobrevivente na multidão... Mas, eu ainda tenho esperanças, mínimos sonhos que andam em paralelo aos meus medos... Uma eu tão confusa, as vezes irrelevantes, mas as vezes tão viva... Como diria Raul Seixas, uma metamorfose ambulante."