Frase de Sonia Solange da Silveira ssolsevilha Poetisa do Cerrado
Matamos o que amamos. O resto não estava vivo Nunca esteve nunca quis se entregar Ninguém por perto. Nenhum outro fere o ouvido um descuido a ausencia a distância, sem olhar... nos olhos! Pra dizer... O que? Às vezes matamos o que amamos Que cesse esssa agonia Como um pulmão doente.. O ar não foi o suficiente para os dois, já não respiramos juntos Não há espaço para dois dois corpos que não se tocam A dor da esperança perdida Nem a dor compartilhada..! +sonia solange da silveira Ssolsevilha
Sonia Solange da Silveira ssolsevilha Poetisa do Cerrado
No pensador.ai desde