Frase de Alan Yato
Nos matamos, um pouco todos os dias em doses conta-gotas tardias de suicídios não violentos São vidas expostas ao tormento. Desperdiçados os ímpetos e talentos Morrer um pouco, para que vivamos como loucos. Quando deixamos de ser... Passamos a ver, compreender E perdemos a nossa essência Igual aos que vivem de aparência. Quando silenciamos nossas verdades Deslocados da Realidade. Ou quando os vícios tão vívidos, tão pobres quanto os ídolos. Apuro aos tormentos Se sua alma é vazia Recheada de trevas e poesia, No relento, presos na própria mente como detentos. Morremos e padecemos.
No pensador.ai desde