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Frase de NadjaC.

Como você não pode fazer NADA por mim, se você é simplesmente TUDO pra mim? Não meu amor, você não pode me deixar assim, nesse frio, nessa solidão. Não meu amor, não faz assim com meu coração. Ele bate descompassado por você, ele insiste em te querer. Não meu amor, eu não posso te perder!

NadjaC.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de NadjaC.

Ele para. Olha. Eu olho também. E a gente se olha. Ninguém entende. Ninguém ver. Mas dentro de mim tudo acontece.
E daí se eu sou magra. Se não tenho peitão, bundão e nem pernão. Se meu cabelo é tingido. Se minhas unhas não estão feitas. Se eu não sou alta ou se eu sou mais alta do que você. E daí se eu quiser rir bem alto dentro do cinema, ou chorar dentro do ônibus ouvindo uma música no me…
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E daí se eu sou magra. Se não tenho peitão, bundão e nem pernão. Se meu cabelo é tingido. Se minhas unhas não estão feitas. Se eu não sou alta ou se eu sou mais alta do que você. E daí se eu quiser rir bem alto dentro do cinema, ou chorar dentro do ônibus ouvindo uma música no meu fone de ouvido. E se eu quiser correr pra chegar mais rápido, ou for muito devagar para me atrasar propositadamente. E daí se me falta inteligência e me sobra criatividade. E se eu quiser dançar na chuva ou simplesmente querer que a chuva dance para mim. E se eu quiser agir com o coração e deixar de lado a razão. E daí se de repente eu te paro e pergunto que horas são, tendo um relógio que não funciona em meu pulso, eu não tenho pressa, apenas uso porque acho bonito. E daí se você me acha louca ou paranoica, é uma concepção sua. Tenho defeitos e manias, e quem não tem?

Quando eu fecho os olhos e te vejo tudo parece tão real. Lembro-me com clareza daqueles doces e poucos momentos vividos, disputando uma cama minúscula, aquelas palavras ditas, aqueles sussurros murmurados ao pé do ouvido, as mãos acariciando todo o corpo, o suor que molhava a nos…
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Quando eu fecho os olhos e te vejo tudo parece tão real. Lembro-me com clareza daqueles doces e poucos momentos vividos, disputando uma cama minúscula, aquelas palavras ditas, aqueles sussurros murmurados ao pé do ouvido, as mãos acariciando todo o corpo, o suor que molhava a nossa pele, os beijos intermináveis, os arrepios constantes, a vontade de querer sempre mais, e de parar o tempo ali. As despedidas no portão que me deixavam sempre aflita, pensado que aquela seria a última vez. A saudade que eu já sentia no último abraço que me dava, no último olhar e no beijo de despedida. As vezes que eu te pedia pra ficar mais um pouco, as vezes que eu abria o portão pra você ir e te puxava de volta pra te dar mais uma vez o último abraço, te olhar mais uma vez, e te beijar mais uma vez pela última vez. Meu travesseiro era a prova de que não era um sonho, pois nele estava o teu cheiro.