Frase de Fernando Alfradique Scanferla
Olhando Para o Alto Olhando para o alto -o indivisível azul Segredos entre historias- seus dizeres divinos O controle ao tempo impede o transpasse a porta O resgate é pra poucos - a verdade sufoca Como é que si vive - aquele que hoje carrega O segredo mais complexo- entre o céu e a terra Inevitável agonia - pelo povo sentido Construção do diagrama - muito bem protegido Moldado foi ao tempo a cada que o revela Conduz sabedoria a trajetória da terra Comum jogo de carta sabe qual é a certa Pois todas são marcadas como manda a meta Domínio entre tantos e você nem viu Comum passe de mágica ilusório ao espanto Por meios de controle direcionado pra quem Os financia gastando com o suor do seu trampo Consumo a todo esgota -é uma barreira inviável Libertação esta é a meta do capital explorado Algemas são quebradas no corre do dia a dia Semeador libertário batendo as metas da vida A intenção é exclusora - aqueles que mais carecem Tal diferença entre rico – trabalhador não esquece Ostentador do puro ouro e seu brilho Massacrador do miserável - Divisor-inimigo O desvio da frequência - qual o contato impede Na intenção qual enfraquece – aqueles que não aderem O isolamento é a maneira- do alcance ao arbítrio Dessa algema -que sujeita o cativo Sistemático - principio - se modifica a seu plano Diferentes governos – te derrubando nos panos Se segue a tanto - povão é pedra marcada Na espera do descontrole- só pra serem descartadas Necessidade bate a porta- sofrimento constante Trabalhador desesperado- como foi previsto antes Seca, fome, doenças - desnutrição só mãe que chora Pelo filho que padece –a frente a morte agora Desligamento da mente- corpo estranho injetado Contido em vacinas - medicamentos controlados Não existe saída - uma parcela ri agora Assistindo o massacre -de todo um povo que implora Modificado alimento- passo agora é a fome Do fruto a semente podre- desnutrindo o pobre Saciando sua gula - estimulada antes ao golpe Acelera o sofrimento -que o desejo envolve Mais uma guerra mundial -propositado flagelo Seguindo o repertorio – do tom oculto mistério Medievais cavaleiros- atropelando milhares Não existe sentimento- e nem perdão que os pare Bem vindo a era do consumo- o descontrole invade A vida do trabalhador - como maneira de escape Estimulado por plano - como guia burro Vc rejeita e obedece- vive o momento o produto Protesto por todo canto- não a espaço pra nada O eleitor revoltado- com a partidária mandada Jogo da corrupção - é mais um blefe otário Como o previsto jogo- desse baralho montado Predestinado ao seu tempo -o relógio bate as nove O ciclo do movimento- manipulado por posse A mente desatina- o problema que pensa Qual quer barato ameniza- bebe uma dose e esqueça Uma sequência de imagens- se reproduzem a frente A hipnose embriaga- quem deveria ta frente Uma cadeia secundaria- desenvolve a tanto Que não reluta e sofre- sem ter resposta em seu pranto O produtor do sofrimento- a cadeia o envolve Vicio do gosto ao poder- sobre o domínio do homem Conhecimento das forças - formas sobrenaturais Utilizadas a morte - contra alimento da paz Busquei por entre as grades- expandi minha visão No esgotamento -o murmúrio- encontrei minha missão Resgatado do poço - do clausuro da mente Tornei propagador da liberdade da gente
No pensador.ai desde