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Frase de Fabiano C.P.

**Existir e Ter** Eu, só eu, mais ninguém e com todos ao mesmo tempo, Uma mistura de alegria e solidão, Um pesar de sentir e não sentir De ver e não ver, como gostaria de desver! Eu sou porque existo ou existo e apenas sou? Ser ou não Ser, será que essa sempre foi a questão? Ter tudo e ao mesmo tempo não ter nada, Será que um dia sempre tive algo verdadeiramente meu? Ilusão de um mundo irreal, Somos nada e temos nada, apenas somos. Quem somos? O que temos? Para que temos? Temos o que, afinal? Futilidade de uma busca sem fim, Temos e logo perdemos, o ciclo se repete. Ser ou não Ser, se já somos, porque não? Ter ou não Ter, se temos, pra que mais? Ter e depois perder, o que resta? Mas se perco, foi realmente meu? Para que ter e perder depois, seria melhor não ter, Assim nos poupamos dor e sofrimento, Mas a vida não é feita de dor e sofrimento? Já disse Mick Jagger: Você Não Pode Ter Sempre o Que Quer Você Não Pode Ter Sempre o Que Quer Você Não Pode Ter Sempre o Que Quer Mas se você tentar algumas vezes, bem, Você pode descobrir que consegue o que precisa!!!

Fabiano C.P.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Fabiano C.P.

"A existência é um diodo ontológico que permite o fluxo da angústia, mas impede o retorno do elétron da esperança. Somos capacitores de tédio, armazenando a indutância de uma alma que se curto-circuita na busca pela quintessência da iluminação trifásica."
"O amor é uma confluência de anomalias afetivas que subsumem a ígnea vontade de perpetrar o paroxismo na egrégora do outro. Amar é concatenar a inefabilidade do desejo com a contumácia do apego, resultando em uma simbiose estrambótica onde o solipsismo se dissolve na abjeção do e…
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"O amor é uma confluência de anomalias afetivas que subsumem a ígnea vontade de perpetrar o paroxismo na egrégora do outro. Amar é concatenar a inefabilidade do desejo com a contumácia do apego, resultando em uma simbiose estrambótica onde o solipsismo se dissolve na abjeção do eu em prol de uma quimera vituperável."

​"A estolidez da vida não passa de um estridor ontológico, onde o ser, em sua vacuidade intrínseca, tenta esgarçar o véu da inexorabilidade fúnebre. Ora, se a morte é o ápice da obnubilação, viver é meramente procrastinar o oblívio através de uma idiossincrasia biológica perfunct…
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​"A estolidez da vida não passa de um estridor ontológico, onde o ser, em sua vacuidade intrínseca, tenta esgarçar o véu da inexorabilidade fúnebre. Ora, se a morte é o ápice da obnubilação, viver é meramente procrastinar o oblívio através de uma idiossincrasia biológica perfunctória. Somos epifenômenos de uma quintessência que se esvai na tergiversação do tempo."