Pular para o conteúdo

Frase de Rockfeller Félix

Amor meu Eu sempre estive ao teu lado, diante dos teus Olhos, envolto de tuas luzes e diante das cores Separando a noite do dia, chame isso de amor, Chame isso de mentiras, chame como quiser. Quebremos os tabus dos sentimentos outrora Jogado aos ventos, separando a noite do dia Eu faria qualquer coisa para te amar neste dia, Chame isso de amor, pois é uma grande agonia. Vou trazer você de volta a vida e ela será vivida, Chame isso de amor, chame isso de medo, pois Nunca foi mentira, antes que todos desapareçam Sacrificarei minha alma e amor, salvarei sua vida!

Rockfeller Félix

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Rockfeller Félix

Por vezes prefiro calar-me, pois sei que através do meu silêncio meus sentimentos são, mais bem, compreendidos.
Nestes dias, nestes anos, eu parei de tilintar por momentos Em razão de que os sons que emanavam dos decretos eram Maiores que meus benditos, alegres e audíveis sentimentos.
Continuar lendo

Nestes dias, nestes anos, eu parei de tilintar por momentos Em razão de que os sons que emanavam dos decretos eram Maiores que meus benditos, alegres e audíveis sentimentos. A maria fumaça não rangia mais os trilhos da prosperidade! Seu autor, sem amor, interrompe o tráfego aos montes. E, No sentido de seu restabelecimento para o bem de todos Naquele momento, a autoridade maior nomeia um diretor Que mesmo sem amor, tornasse o grande salvador! Nestes dias e anos, se cria o Território Federal do Guaporé. Foram dadas as honras ao Major Aluízio Pinheiro Ferreira. Por conseguinte, senti talharem ao meu redor os decretos Para testemunhar os terrores que nunca serão descobertos.

Fantasmas da minha Imaginação. Fumava meu cigarrinho de paia assentando no banco da Estação da Estrada de Ferro Madeira Mamoré em Abunã.
Continuar lendo

Fantasmas da minha Imaginação. Fumava meu cigarrinho de paia assentando no banco da Estação da Estrada de Ferro Madeira Mamoré em Abunã. O apito do trem relampejava os trovões da prosperidade E com ele vinha um moço que mais tarde seria o maior Fofoqueiro da região, Doutorzinho Joaquim Tanajura. O cheiro da borracha era melhor que o de uma rapariga Um me enchia de prazer e o outro enchia a minha barriga. A coisa começou a ficar preta, além da borracha, anunciou A corneta, com a invasão pelo Abunã de Los Hermanos, Culpa dos meus irmãos que invadiram La Banda pelo Purus. Sai em disparada para outra vila estação, sem saber ao certo Em qual iria ficar se de Jacy-Paraná, Mutum ou Vila Murtinho, Pois aqui nem mortinho fico e com as porteiras escancaradas Vim parar no núcleo de Poço Doce que de doce não tinha nada. O tempo passa e volto para minha vila de Presidente Marques, Ansioso procuro por minha estação de Abunã e meu banquinho Que pelo tempo foi substituído, cadê meu povo? Cadê o trem? E a Borracha com a prosperidade não mais vem? Aonde estão todos? Estavam onde sempre estiveram os fantasmas da minha imaginação.

Quisera eu poder me transfigurar E no meu silêncio ser percebido Sem gesticular ser compreendido
Continuar lendo

Quisera eu poder me transfigurar E no meu silêncio ser percebido Sem gesticular ser compreendido E impedir que feridas sejam abertas! Mesmo na opulência da natureza Me devoras sem piedade e frieza Não escuta meu clamor de socorro Mata a ti mesmo e por ti eu morro. Quando lhe vier o último suspiro Lembranças terás desde a infância, O ar que te propus falta lhe fará, Agora me transfiguro em ti, em clamor Aos outros, por essa triste lembrança!