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Frase de Dani Leão

Olinda é rima no meu verso em prosa ⁠Carnaval das cores, brilho e magia. É pura a alegria da liberdade que fantasia os dias de folia. É lindo o festival do povo no passo do frevo, um convite para o mundo inteiro dançar e tirar os pés do chão. O ritmo que leva a multidão a cantar em cada ladeira de Olinda num cortejo repleto de glitter e emoção. É bloco de rua, é agremiação, é troça que une cada personagem na mesma canção. É o desfile popular da felicidade que invade como um arrastão o íntimo de todo folião. Olinda é tradição. Do alto da Sé a Pitombeira, do Bonfim a Guadalupe, dos Quatro Cantos ao Mercado da Ribeira, é para quem sabe brincar de dia e a noite inteira. Além das prévias, seis dias de alegoria. Abertura na sexta, sábado de Zé Pereira, domingo de momo, segunda e terça gorda até quarta-feira de cinzas. O patrimônio vivo do misto lírico carnavalesco rural e urbano. É o canto da felicidade a entoar a beleza da vida como se não houvesse amanhã. É para quem tem a manha e o molho, subir e descer, pular e se arrepiar com os shows, apresentações até os blocos de samba. É a mulher do dia, o menino da tarde, o homem da meia-noite. A troça mais antiga do mascate Cariri, o ato político do dragão vermelho e amarelo do Eu Acho é Pouco (é bom demais), o folguedo do mítico e brincante Boi da Macuca, o samba verde e rosa da Mangueira Entra, o Elefante exaltando sua tradição, o encontro dos bois, maracatus, do coco, dos caboclinhos e dos passinhos. É o maior evento multicultural, irreverente, político e social. É a raiz de todos os estandartes e baluartes da manifestação cultural popular pernambucana. Oxe, é massa demais essa festança.

Dani Leão

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Dani Leão

Não quero a armadura dos descontentes que passam pelas pessoas como páginas viradas. Não quero a frieza dos amargos que congelam suas vontades. Não quero o silêncio do grito que sufoca a mente. Não quero deixar de ser feliz porque eu gosto de gritar até em silêncio minhas vontade…
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Não quero a armadura dos descontentes que passam pelas pessoas como páginas viradas. Não quero a frieza dos amargos que congelam suas vontades. Não quero o silêncio do grito que sufoca a mente. Não quero deixar de ser feliz porque eu gosto de gritar até em silêncio minhas vontades e quando quero vou até meu ponto de chegada.

Não se trata de egoísmo. Mas faço questão de indagar quando sou contrariada, ainda mais, reclamar por ser justa. Sou fiel as minhas vontades e não abro mão do que é meu. Apenas não carrego pesos e assim previno lesões nas quedas. Descarrego o que me prende e sufoca porque a minha…
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Não se trata de egoísmo. Mas faço questão de indagar quando sou contrariada, ainda mais, reclamar por ser justa. Sou fiel as minhas vontades e não abro mão do que é meu. Apenas não carrego pesos e assim previno lesões nas quedas. Descarrego o que me prende e sufoca porque a minha geografia é mapeada pelo coração.