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Frase de Márcio Souza

DEIXE-ME VIVER Não sei se é por acomodação, falta de personalidade, fraqueza pessoal ou para manter as aparências, em nome de uma sociedade, falsamente, moralista, que vive das próprias aparências. Às vezes temos que nos sujeitar ao ostracismo, vivermos à margem da sociedade, abrir mão da vida pessoal, de participarmos das coisas bem simples, como reunião com os amigos, para satisfazer os caprichos de pessoas que só olham para si próprias e, egoisticamente, esquecem que a vida é para ser vivida. Ninguém é uma ilha isolada; se elas não vivem, mas que deixem os outros viverem. A maioria das pessoas nasce para viver e não para vegetar. Outras, entretanto, passam pela vida e não vivem. São chamadas de "estragam festas", que nos corroem e tentam nos desgastar nessas ocasiões. A tolerância tem limites e um dia, quando menos se espera, tudo se acaba e, definitivamente, sem voltas. Porque a vontade de viver o pouco que ainda nos resta, é muito mais forte do que todas essas mesquinharias veladas. SE NÃO QUERES COMPROMISSOS COM A VIDA, DEIXA-ME VIVÊ-LA.

Márcio Souza

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⁠ ETERNO AMOR 781 Márcio Souza Pela primeira vez que te vi As nuvens no céu se abriram Com a luz do teu amor renasci E felizes as estrelas sorriram. Perambulei pelas galáxias infinitas Como um caminheiro errante Tu, entre as estrelas, a mais bonita E do universo a mais brilhante. Amamos, fizemos juras de amor Vivemos em êxtase de lua de mel Aspiramos perfumes das flores, Como dádivas caídas do céu. Do lindo amor que plantamos Com muito amor e carinho Fiz de ti a beleza do meu sonho E a mais linda flor do meu jardim. Desse amor puro e sincero Transformado em brisa ou chamas Será vivo e sempre eterno Porque eu te amo e tu me amas. Márcio Souza

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CIPRESTES AO LUAR. Márcio Souza A lua beija os ciprestes, Com os teus raios de esplendor, Tuas luzes em forma de preces, De muita paz e amor. Oh, lua, querida lua, Romântica e apaixonada, Traz-me em toda beleza tua, Os beijos de minha amada. É esse beijo que consola, Alegra e me alivia o coração, E aos poucos eu mando embora, Parte desta minha triste solidão. Oh! Lua ao retornares, Tome a mesma direção, Peço-te para minha amada levares, Meu amor, meu coração. Entre os ciprestes verdes, Como namorados ao luar, Amanhã eu quero ver-te, Trazendo, o meu amor pra eu amar. Oh! lua branca prateada, Vais depressa, por favor, Vais buscar a minha amada, Traz pra mim o meu amor! Márcio Souza