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Frase de Tamires Carvalho

O menos é MAIS. É que você não entende quando eu não digo, eu falo um monte Quando é um : “eu não posso mais” é um sim que digo a você você acha que é desdenho, acha que maldade, incapacidade de amar, O que voce não entende é que o meu menos é mais, muito mais, O fato de eu não querer nada é muito mais respeito a você Muito mais admiração, muito mais carinho por você, O fato de eu te dizer não é muito mais SIM pro seu coração, Muito mais zelo pelos seus sentimentos, Muito mais respeito pelo seu amor. Você acha egoísmo meu o meu superficial descaso, Acha insuportável quando lhe digo com voz autoritária: vá viver !!! O que você não entende é que todas as plavras insuportáveis, todo o meu egoísmo e a minha maldade é pra te proteger, é pra te libertar é pra realmente te deixar voar, porque não faria sentido prender alguém que eu amo pelo simples fato de ser melhor pra mim por não ficar sozinha, pra eu ter companhia, não, melhor eu sofrer e deixar você voar, Não quero que você seja só uma recompensa pros meus dias ruins, não você, você merece mais, e o meu menos é o máximo que eu poderia te dar. È a chance de você se encontrar, a chance de você encontrar alguém que lhe arrebate, que lhe complete, que lhe preencha o coração, hoje você acha que esse alguém sou eu, mas eu sei que não sou essa pessoa, então não faria sentido eu iludir seu coração pra confortar o meu, eu te trazer uma ilusão pra compensar o meu. É que o meu menos é mais ! Um dia quem sabe você e todas as outras pessoas pare de achar que o outro não presta quando não corresponde as expectativas, aos romances, ao amor ofertado, um dia quem sabe, as pessoas aceitem ser descartadas, aceitem não serem prioridade, serem postas de lado. As vezes, O menos muitas vezes é MAIS.

Tamires Carvalho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tamires Carvalho

É que eu não posso ficar fazendo figuração quando na realidade eu deveria ser a protagonista principal dessa história, não entende que não posso simplesmente pegar uma cena do enredo dessa história, eu deveria ser a mocinha e você o galã, eu deveria estar correndo em câmera lenta…
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É que eu não posso ficar fazendo figuração quando na realidade eu deveria ser a protagonista principal dessa história, não entende que não posso simplesmente pegar uma cena do enredo dessa história, eu deveria ser a mocinha e você o galã, eu deveria estar correndo em câmera lenta em uma areia fofinha e branquinha esperando você vir ao meu encontro e me abraçar de leve, me tomando em seus braços e dizendo o quanto esperou por esse momento, deveríamos enroscar nossas mãos e correr para a praia e nos amar junto as ondas num dia de verão, é que eu deveria ser o principal, ser a mais cobiçada, a garota do seu coração, é que eu não posso, não devo e não quero implorar atenção numa cena cortada em que você não me da sequer atenção. você fica bravo, esbravejando; insensato, não percebe que talvez eu queira chamar atenção.

É necessidade, necessidade ao extremo, desejo de estar vivo no sentido exato da palavra, é ter contato,, é pulsar coma alma, é gritar com o corpo, sorrir com os olhos, e falar com a face, ser destemido, desbravador da própria estrada, é ser destemido, é uma necessidade voraz, é s…
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É necessidade, necessidade ao extremo, desejo de estar vivo no sentido exato da palavra, é ter contato,, é pulsar coma alma, é gritar com o corpo, sorrir com os olhos, e falar com a face, ser destemido, desbravador da própria estrada, é ser destemido, é uma necessidade voraz, é ser mais que palavras...

Logo chegou o dia em que Tereza levantou-se abruptamente, limpou as lágrimas já quase secas, respirou bem fundo como se enchesse os pulmões de todo ar que podia, soltou-o vagarosamente, Puxou uma mala velha de cima do armário, jogou-lhe uns trapos antigos com cheiro de naftalina…
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Logo chegou o dia em que Tereza levantou-se abruptamente, limpou as lágrimas já quase secas, respirou bem fundo como se enchesse os pulmões de todo ar que podia, soltou-o vagarosamente, Puxou uma mala velha de cima do armário, jogou-lhe uns trapos antigos com cheiro de naftalina e foi-se embora, Tereza não mais voltaria. mal olhou para trás para fechar a porta, o vento então bateu em seus cabelos, o sol a iluminava por inteira, Tereza então sorriu e foi-se embora saltitante... é o fim para um começo.

De onde que Maria é? - Maria querida de onde és? Maria não vem, Maria não virá,
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De onde que Maria é? - Maria querida de onde és? Maria não vem, Maria não virá, Maria querida não veio, me fez esperar. Maria!!! ?? Horas a fio em busca de Maria e cadê tu, ô Maria, Maria!? Mataram Maria, Mataram, mataram mataram minha Maria, - ô Maria, No asilo da cidade, dona cila desconsolada está a chorar e indagar aonde "cê" tá Maria, Dona Cila as prantos pensa e regurgita palavras doloridas e aquosas, dona Jorgina amiga de asilo de Dona cila, ouve atenta as lamentações da pobre Cila, Olha para mim e diz com voz serena: Se acalme enfermeira, ela é assim mesmo, ela chora, chora as dores da vida. as lamentações já sofridas, é chorosa e desmedida, no fundo a "VÉIA" é só uma menina sofrida. ps.: fiz este texto depois que fui fazer um estágio em um asilo aqui da minha cidade, os nomes são diferentes para preservar a identidade das mesmas e também porque não mais me recordo deles rs