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Frase de Lília Raquel Farias nunes

⁠DEIXE IR… Existem pessoas que entram em nossas vidas como um raio de sol, ocupando um espaço imenso no peito, um canto que regamos com bons-dias, risadas soltas e mensagens cheias de vida. Entregamo-nos, mostramos a melhor versão de nós mesmos – aquela risada alta e genuína que revela quem realmente somos, como um girassol exposto ao sol. Mas, às vezes, descobrimos, com um aperto no coração, que esse espaço que oferecemos não encontra um reflexo na vida delas. E está tudo bem. Ou, pelo menos, deveria estar. Relacionamentos – sejam de amor, amizade ou até mesmo aqueles nascidos no labor silencioso pedem reciprocidade, como um café quentinho, compartilhado em uma manhã preguiçosa... De repente, a saudade bate e mandamos uma mensagem de bom dia desejando que aquele dia seja tão especial quanto aquela pessoa é para nos, e resposta vem em forma de “feliz natal” fora de época, demorando tanto que o calor da mensagem se perde no frio da espera. Quando propomos “vamos tomar um café?” sonhamos com um “manda a localização” que é o mesmo que dizer “eu também quero estar com você agora”, conversar, ou simplesmente contemplar o tempo passar numa companhia agradável. Infelizmente há aqueles que, ao receberem nosso afeto nos retribuem com um relacionamento gelado, sem urgência, sem emoção, sem aquele brilho que faz o peito pulsar. Eu não. Eu sou de emoções à flor da pele. Gosto do cotidiano vivo – o “bom dia” com cheirinho de café passado na hora, o “vamos” que convida a um encontro, a um almoço, as mensagens que contam o agora, o que está acontecendo neste exato momento: “você não sabe o que acabou de acontecer!”, “lembrei de você”, manda uma foto, uma música, um meme. Dessas coisas sem preço, mas de inestimável valor. O morno nunca me atraiu, e o frio… ah, o frio me afasta. Não é egoísmo querer sentir o mesmo calor que oferecemos. É humano. É necessário. Porque o amor, a amizade, o carinho verdadeiro dançam na sintonia de dois corações que se encontram. Quantas vezes já nos pegamos mandando uma mensagem com o coração na mão, só para receber um silêncio que corta como brisa gelada? Ou talvez uma resposta seca, que não carrega o peso do nosso afeto? Isso dói. Dói porque nos doamos, nos entregamos, e esperamos – mesmo que sem dizer – que o outro veja o valor desse gesto. Mas nem todo mundo está na mesma frequência. Nem todo mundo entende que um “olha isso” pode ser mais quente que um “tchau” apressado. É nesse instante que a hora de deixar ir se revela. Ao menor sinal de reciprocidade, retribua. Jogue lenha na fogueira, aqueça ainda mais essa conexão. Mas quando perceber – com o coração apertado que a pessoa não está na mesma sintonia, solte. Deixe ir. Não é derrota, é libertação. É entender que o seu calor merece ser acolhido por quem sabe apreciá-lo, por quem responde com um sorriso, um “vem cá”, um olhar que diz “você importa”. Deixar ir não é fácil. É como soltar um balão colorido e ver ele subir, levando consigo um pedaço de nós. Mas é também abrir espaço para novas manhãs, novos cafés, novos vinhos, novas músicas, novas risadas que ecoem de volta. Porque merecemos relações que brilhem, que aqueçam, que dancem no mesmo ritmo. Então, quando o frio bater, não hesite. Deixe ir. E confie que o universo trará de volta o calor que tanto sabemos dar – e receber.

Lília Raquel Farias nunes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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07.01.22 Então, Minha razão, num lapso de tentar ressignificar minha dor, me íntima a aquietar meus pensamentos. E eu cedo ao meu próprio torpor. Há sol lá fora. As pessoas estão vivendo freneticamente dentro de suas “matrixes”. Há “vida”. Mas aqui dentro de mim há apenas uma quietude - Antônima da paz - que me causa um desconforto ao tentar dar um passo sequer. Hoje, após tentar comer algo por volta das 17h da tarde, o que senti ao ouvir aquela música no celular foi uma estagnação por completo ao ponto de me deixar incapaz de qualquer movimento, até mesmo o menor deles: respirar. A bem da verdade, nada disso é inesperado oi inédito. Era como se eu soubesse, de antemão o que me aguardava: que tudo acabaria de uma forma abrupta, e que esforço algum seria capaz de curar uma ferida que se tornara incurável…

⁠⁠A noite é uma criança… Quando foi a última vez que você convidou a "sua" criança para brincar? Não falo do filho, sobrinho ou afilhado. Refiro-me àquela centelha dentro de você, a criança que um dia correu descalça pelos campos da imaginação. A vida adulta, com suas regras, c…
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⁠⁠A noite é uma criança… Quando foi a última vez que você convidou a "sua" criança para brincar? Não falo do filho, sobrinho ou afilhado. Refiro-me àquela centelha dentro de você, a criança que um dia correu descalça pelos campos da imaginação. A vida adulta, com suas regras, convenções e o peso da opinião alheia nos afasta da essência do ser. Esquecemos de simplesmente existir, de sentir a alegria pura que pulsava em nossos corações infantis. Mas hoje, algo mágico aconteceu. De repente, sem aviso, a criança que habita em mim me chamou para brincar. E sem pensar em nada, simplesmente dei as mãos à ela e fui. Abandonei as amarras do relógio, as preocupações que pesavam como pedras, e me entreguei à leveza da infância. Comi doce, sem pensar no amanhã, aquele turbilhão de açúcar entrando na minha corrente sanguínea, que despertou não apenas as células do meu corpo, mas também a alma adormecida. Cada pedacinho de felicidade era uma rebelião contra a rotina da alimentação saudável, do comportamento socialmente aceitável. Um grito de liberdade. Quanta rebeldia! Pensei eu, com aquele sorrisinho maroto de criança traquina estampado na cara. Infelizmente a hora de ir embora chegou. Fui para o carro, a chuva chegou. Um convite irresistível. Vamos esperar a chuva passar ou vamos encarar? Segui o conselho de Lulu: vamos nos permitir! Com minhas amigas, transformei a rua em um palco de memórias, onde as gotas frias lavavam as mágoas e reacendiam a chama da alegria. A água escorria pelo meu rosto, senti a textura do chão molhado sob meus pés, o cheiro da liberdade invadindo meus pulmões. Por um instante, o tempo parou, e eu voltei a ser aquela criança que não temia a água, não se importava se ia encharcar a roupa, se ia molhar os cabelos, e o mais legal de tudo: eu apenas vivi o momento. A felicidade era como uma bolha de sabão, leve e fugaz, que explodia em risadas no ar. Descobri que a alegria não precisa de grandes planos, ela se esconde nos detalhes, nos momentos simples que a vida adulta nos impede de ver. A minha criança precisou ir dormir. A vida adulta me chama de volta, com seus boletos e compromissos. Amanhã Colocarei meu salto, vestirei a armadura da responsabilidade e sairei para “vencer” a vida. Mas Prometi à minha criança interior que a visitaria novamente, que não a deixaria esquecida em algum canto da memória. E sei que ela estará lá, esperando, com um sorriso travesso um convite para brincar.

⁠De todas as mulheres que eu poderia ter sido, que bom que eu fui aquela encontrada por Jesus… No princípio, Deus criou o mundo com sua infinita sabedoria. E ao criar o ser humano, percebeu que algo faltava: uma ajudadora, um complemento perfeito. Assim, da costela de Adão, mold…
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⁠De todas as mulheres que eu poderia ter sido, que bom que eu fui aquela encontrada por Jesus… No princípio, Deus criou o mundo com sua infinita sabedoria. E ao criar o ser humano, percebeu que algo faltava: uma ajudadora, um complemento perfeito. Assim, da costela de Adão, moldou a mulher, alguém para estar ao lado dele, um reflexo do próprio Criador. Ela é a gênese da mulher moderna, feita pelo Eterno e forjada no Seu próprio Caráter, desde o princípio para ser a ajudadora. A mulher, desde sua origem, carrega em si a essência divina da criação. Ela é a força que impulsiona a vida, a ternura que acalma a alma, a sabedoria que ilumina o caminho. Sua capacidade de dar vida, amar e cuidar é um dom celestial, um reflexo do amor incondicional de Deus. Em um mundo onde o tempo dança em ritmo acelerado e exige que ela seja sempre mais, impondo um peso insustentável sobre os seus ombros, ela se ergue antes do sol, não para tecer fios de linho, mas para tramar sonhos em realidade, pela fé, de joelhos dobrados perante o seu Criador. Seu coração, um diamante raro, irradia confiança e sabedoria. O lar, outrora seu único palco, agora se expande para além da sua casa. Ela é serva, mulher, filha, mãe, amiga, trabalhadora, economista, administradora, líder, artista, equilibrista. Em cada papel, ela tece fios de amor e cuidado, nutrindo a alma daqueles que a cercam. A aurora a encontra vestida de determinação, pronta para desbravar o dia. Suas mangas arregaçadas revelam a força que impulsiona seus projetos, a paixão que a faz transcender os limites do tempo. A noite a encontra com um sorriso sereno, o trabalho concluído, a alma em paz. Seus lábios, sussurram canções de ninar, proferem palavras de sabedoria e gentileza. Seus filhos a admiram, seu marido confia inteiramente nela, pois ela é a personificação da mulher virtuosa, aquela que excede ao valor de finas jóias. A beleza que a adorna não reside apenas na aparência, mas na força que emana do seu interior. Ela é a mulher que teme o Eterno, que encontra na fé a bússola que guia seus passos. Seus feitos são celebrados, sua voz é ouvida, seu exemplo inspira gerações. Suas palavras são gentis, acorda sempre com um sorriso, faz da sua casa um lar, pois apesar de poder conquistar o mundo e fazer tudo o que quiser, escolhe todas as manhãs fazer a vontade do seu Pai, pois é nEle que encontra todas as suas virtudes, sabedoria, amor, paz, graciosidade, bondade, mansidão, alegria e força. Somos a menina dos olhos de Deus, e apesar de nem tudo ser flores, ainda há flores. Resiste e perfuma, o bom perfume de Cristo! Feliz dia mulheres. 08/03/2025

⁠⁠Ao amado da minh’alma (Jesus) A multidão em festa, Mas Você me levou ao deserto
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⁠⁠Ao amado da minh’alma (Jesus) A multidão em festa, Mas Você me levou ao deserto Pra ficar a sós comigo E falar ao meu coração. Aqui eu não tenho nada. Nada além da tua companhia, Um pedaço de papel e tinta… É quando me dou conta Do ar inflando meus pulmões, Das batidas descompassadas do meu coração, Do calor aquecendo a minha pele, Do vento dançando nos meus cabelos, E eu percebo que na realidade Tudo tenho. Dentre todas as pessoas do mundo, Você. Dentre todos os abraços, o Teu. Dentre todos os olhares, o Teu. Dentre todas as vozes, a Tua. Dentre todos os perfumes, o Teu. Sempre foi Você. Obrigada por me fazer entender. Agora quebra o silêncio. Nessa guerra interna, No final, sou eu e Você. É aqui com Você que eu venço os meus gigantes Vem vencer o meu coração. Você tem liberdade, Por trás dessa dor, Destrói o que impede o amor. Lilia Raquel Farias Nunes