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Frase de Ricardo Ferraz

Já tentei te matar algumas vezes, em muitas delas eu quase consegui. Cheguei a carregar o revolver e encostar no meu peito, mas quando estava quase ouvindo o click do gatilho, algo em mim doeu. Eu nunca entendi bem ao certo a minha falta de coragem, no fundo, não era nem nunca foi nada disso. É que quando estava lá, a um passo do homicídio, algo em você não me deixava cumprir a tarefa. Seria livre, poderia sair dali sem nem um pingo de culpa, como se a minha vida recomeçasse depois da tragédia, mas eu nunca consegui, e não consegui porque a grande verdade é que jamais quis isso, jamais quis, que, verdadeiramente, morresse. Como me livrar daquilo que me dá vida, como, se quando matasse você eu também me mataria? Como, de forma egoísta, não querer deixar viver o que transpôs de minha escuridão à luz? Portanto, eu não me entristeço por meu fracasso, já que sempre me fez tão forte. Eu apenas admito as coisas que me rondam todas as vezes em que tento enterrar o que sinto; eu não consigo enterrar você. Então, por todas as vezes que te odiei, por todas as vezes que desejei te ver tão longe de mim, por todas aquelas vezes que me fizesse esquecer o quanto te amei, por todas elas, escandalosamente em todas elas, eu te amei como da primeira vez. Ricardo F.

Ricardo Ferraz

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Ricardo Ferraz

[...] Eu te via do telhado de casa em cada estrela que havia no céu. Eu sabia que algum lugar você existia, só não pensava como nem quando viria. Só não imaginava que dentro dos seus olhos todo aquele céu de estrelas que um dia via, ali eu também veria. Ricardo F.
Dizem que quando dormimos nosso espirito vaga por ai. Eu não sou aquele tipo de pessoa que acredita em tudo, porém, também não duvido de nada. E é engraçado, quando sonhamos, é sempre uma coisa vaga, muitas vezes sem nexo. São lugares que não existem, mas que a gente tem certeza…
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Dizem que quando dormimos nosso espirito vaga por ai. Eu não sou aquele tipo de pessoa que acredita em tudo, porém, também não duvido de nada. E é engraçado, quando sonhamos, é sempre uma coisa vaga, muitas vezes sem nexo. São lugares que não existem, mas que a gente tem certeza que já esteve neles. São situações estranhas onde você vê uma pessoa, a reconhece do seu dia, mas com outro nome, você sabe que sonhou com aquilo, mas no sonho era outra coisa bem diferente. Maluco isso, né? Eu tenho uma impressão que, quando a gente sonha com alguém que gostamos muito, nosso espirito se liberta do corpo e dá um jeito de ir se encontrar com ela. Não que de fato a pessoa esteja sonhando com você também, mas é como se o seu espírito pedisse permissão para entrar dentro do espírito daquela pessoa por meros milésimos de segundos, talvez por isso, a sensação seja tão real, tão amorosa que, ao acordarmos, estejamos em completa paz, como se tudo tivesse sido de verdade. Aquela sensação de saber que sonhos vêm e vão embora, mas de alguma forma você esteve ali. Sabe, a vida é cheia de mistérios, e no fundo não precisamos entender nada, apenas vive-los como se hoje fosse nosso último dia, a nossa última chance de sermos felizes. A vida é real, o mundo é de verdade, e talvez por isso jamais podemos deixar de sonhar, de acreditar que tudo pode acontecer nessa vida, porque nunca sabemos o que poderá ser amanhã, e que sonhos, apesar de toda utopia, fazem parte de um outro plano, um plano onde só nosso sentimento mais profundo é capaz de ir. Ricardo F.