Frase de Paula oliveira
Reconstruir é sempre tentar de novo!
No pensador.ai desde
Reconstruir é sempre tentar de novo!
No pensador.ai desde
Ponto final. Lágrimas não me surpreendem mais, sofrimento já virou rotina, as lembranças causam efeitos… Efeitos de perda, efeito de sentimento pisoteado com os dois pés, efeito de coisas que deixei de viver, efeitos não vividos. As mãos não se tremem mais, os dedos não se firmam…
Ponto final. Lágrimas não me surpreendem mais, sofrimento já virou rotina, as lembranças causam efeitos… Efeitos de perda, efeito de sentimento pisoteado com os dois pés, efeito de coisas que deixei de viver, efeitos não vividos. As mãos não se tremem mais, os dedos não se firmam, o sorriso aparece fosco, a alma permanece fria, sem espaço para “sentimento.” As roupas estão fria, elas não aquecem mais uma alma vazia, o coração não pulsa e o sofrimento não vai, as estações vão e vem e essa tempestade é continua. A chuva que não para e essa solidão que não passa. O sol se põe mais junto dele ela se esconde. Ela quer viver no escuro, a luz não se acende mais. A casa permanece vazia, sem écos, a voz não tem mais efeito. E ela continua ali procurando esperanças inexistente.”
Ali esta ela, com um lápis na mão tentando procurar razões para todos os sentimentos conturbados e sobrecarregados. Com uma força onipotente e onipresente. Ali esta ela, se questionando da onde que vem tantos julgamentos. Ali esta ela despreocupada com o amanhã. Ali esta ela, sen…
Ali esta ela, com um lápis na mão tentando procurar razões para todos os sentimentos conturbados e sobrecarregados. Com uma força onipotente e onipresente. Ali esta ela, se questionando da onde que vem tantos julgamentos. Ali esta ela despreocupada com o amanhã. Ali esta ela, sentindo os pingos da chuva ao tocar seu rosto. Ali esta ela, despreocupada com a chuva, assim como as lágrimas, elas caem, sessão, molham, é o fruto de uma tempestade. Logo passa, ou esse sofrimento fica dias, com ele traz ventos que são frio e esfriam a alma. Ali esta ela, nem fria, nem quente… Apenas morna.
Tantas ídas e vindas, tantos amores que se vão, tantos sofrimentos, tantas lágrimas caídas, tão pouco amor, tão desamor, isso me sufoca. Quando a gente nasce aprendemos a amar, não aprendemos sobre a ilusão, essas coisas a gente aprende sozinho. Talvez se tivéssemos aprendido sob…
Tantas ídas e vindas, tantos amores que se vão, tantos sofrimentos, tantas lágrimas caídas, tão pouco amor, tão desamor, isso me sufoca. Quando a gente nasce aprendemos a amar, não aprendemos sobre a ilusão, essas coisas a gente aprende sozinho. Talvez se tivéssemos aprendido sobre a ilusão não teríamos preparados para lágrimas futuras? Em vez de aprendermos a andar de bicicleta aprenderíamos o verdadeiro significado de um sorriso, em vez de errar, aprenderíamos o verdadeiro significado da dor de “cair”. Em vez de correr aprenderíamos a fugir de tudo que nos perturba, de tudo que corrói a alma, de tudo que nos afeta. Em vez de nos deitar, dormiríamos e levantaríamos não de um sono, mais sim de uma lavagem cerebral de esquecimento, de uma vida que passou e sem lembranças, sem retros, sem infelicidade.
Eu brinquei muito com insetos quando pequena e até matei alguns, mais nunca tentei brincar com pessoas...