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Frase de SANDRA MELLO-FLOR

ADEUS AMOR Como um vento gelado de uma tormenta Que carrega as folhas secas do chão Levando embora sem pedir licença, sem piedade Em qualquer noite de chuva de nenhuma estrela Eu vou te tirar dos pensamentos e não deixarei Nenhuma porta, nenhuma fresta para tu entrar, Vou te tirar do dos meus olhos do anoitecer Eu te retiro do meu coração da minha vida E quando amanhecer e o sol romper do dia Eu guardarei tuas mentiras teus poemas tuas fotos Limparei teu o teu cheiro e abrirei novamente a porta Do meu coração á um novo amor e deixarei entrar Sandra Mello flor

SANDRA MELLO-FLOR

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de SANDRA MELLO-FLOR

Hoje eu queria Queria hoje era só falar de amor Escutar palavras sussurradas
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Hoje eu queria Queria hoje era só falar de amor Escutar palavras sussurradas ser amor, beijar na boca! sentir o gosto de lábios quentes o gosto da saliva misturada em minha língua.... queria hoje ser abraçada de um jeito forte, sentir o calor; de um corpo quente, junto ao meu! Como eu queria, a como eu quero amor! O cheiro da sua pele misturada a minha eu deslizando como bailarina! Hoje é um daqueles dias que sinto saudades do amor que eu tinha... e que foi embora, me deixou sozinha! Nesta solidão.... Mas, eu queria hoje, era só amor! Era só amor!

Eu te amo Eu te amo alem do meu coração, muito alem de mim,
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Eu te amo Eu te amo alem do meu coração, muito alem de mim, Eu te amo na minha solidão, no silencio barulhento; dos meus pensamentos, Eu te amo em minhas fantasias Que como um pássaro noturno a te procura nos meus vôos disfarçados, nas minhas noites frias sem lua.... Eu te amo em cada riso, em cada lagrima escondida.... Eu te amo no temporal de minha alma no horizonte do meu sol caído, Eu te amo em cada batida do meu coração Te amo além, muito além de mim Te amo no brilho dos meus olhos, a esperar os teus Eu te amo nas madrugadas solitárias da minha saudade na dor que ficou, no grito mudo, da minha paixão do meu amor infinito, a esperar por ti...

tempo Eu não simpatizo com o tempo Também não conto os dias que já foram
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tempo Eu não simpatizo com o tempo Também não conto os dias que já foram Eles sempre anunciam a minha velhice, Não escrevo o tempo, ele me escreve Eu gosto da vida no hoje, e descrevê-la, em porções nos meus poemas E quando findar o meu tempo, da minha carne aqui na terra Talvez tu estejas eternizado em versos, talvez em um livro empoeirado, em uma gaveta, esquecido