Frase de Jonatas Evangelista
Casa de Versos Escrevo pra poucos. Poesia escolhe os seus. Vem mansa, mas não mente, toca onde o barulho não chega, acende o canto dos olhos, sussurra o que o peito calou. --- Não escrevo pra multidões, nem pra mãos apressadas. Escrevo pra quem cultiva silêncios, pra quem sente o mundo em segredo e se emociona com o que não se diz. --- Poesia não bate à porta — chega como brisa de fim de tarde, se aninha sem alarde, faz morada sem pedir. --- Quem habita meus versos ouve música como quem respira, sente o vinho como memória, dança com a própria sombra e descansa na solitude, como quem voltou pra casa. Jonatas Evangelista
No pensador.ai desde