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Frase de Geraldo Carneiro

conspirações alguma coisa se desprende do meu corpo e voa não cabe na moldura do meu céu. sou náufrago no firmamento. o vento da poesia me conduz além de mimo sol me acende estrelas me suportam Odisseu nos subúrbios da galáxia. amor é o que me sabe e o que me sobra outro castelo que naufraga como tantos que a força do meu sonho quis transformar em catedrais. ilusões? ainda me restam duas dúzias. conspirações de amor, talvez não mais.

Geraldo Carneiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com | Fonte: Balada do impostor | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.

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o tal total o amor é o tal total que move o mundo a tal totalidade tautológica, o como somos: nossos cromossomos nos quais nunca se pertenceu ao nada: só pertencemos ao tudo total que nos absorve e sorve as nossas águas e as nossas mágoas ficam revoando como se revoltadas ao princípio, àquele principício originário onde era Orfeu, onde era Prometeu, e continua sendo sempre lá o cais, o never more, o nunca mais, o tal do és pó e ao pó retornarás.

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eros & civilização se você diz eu te amo meu coração se mira no espelho e faz piruetas de circo se você diz eu te quero meu coração distraído lixa as unhas e diz: não se comova, baby se você diz eu te quero meu coração faz versos como quem sonha demais e não se abala nunca se você diz eu não te amo meu coração tristonho acende as luzes porque as noite é negra como a asa da graúna

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Mais Clara, Mais Crua De noite, na rua, em frente ao parque A minha solidão é sua Decerto sei que você vaga em qualquer parte Sob essa vaga lua De noite, na rua, em frente ao parque A minha solidão é sua Decerto sei que você vaga em qualquer parte Sob essa vaga lua A noite esconde as cicatrizes Esconde as carícias e os maltratos A noite esconde as cicatrizes Esconde as carícias e os maltratos De noite alguém decerto lhe ampara Por onde hoje você anda Mas sem olhar sua ciranda louca Daquele jeito que lhe desmascara De noite alguém decerto lhe ampara Por onde hoje você anda Mas sem olhar sua ciranda louca Daquele jeito que lhe desmascara A noite esconde as cicatrizes Esconde as carícias e os maltratos A noite esconde as cicatrizes Esconde as carícias e os maltratos Agora, bêbada, você estremece Como se ainda não soubesse Em frente à porta desse bar Em que embarca sob essa vaga lua E a luz da lua apura a nitidez da marca Mais nua, mais clara, mais crua