Frase de Valter Bitencourt Júnior
Paz Porque foram as ramagens de folhas Que sussurraram vagarosamente Sem que ao menos pedisse, e livre Aceitei todo o aroma Que exalava o vago perfume. E todo o tecido de lã Que costurava o vento. Algodão a voar pelo ar E um banho de neblina; Surgia das cachoeiras, Por entre os seixos, o disfarçar Do dia, o esconder da beleza por Entre o róseo de cada instante. Eu a mim desmanchar por entre As nuvens, moro por entre os castelos Suntuosos, preso por entre a prisão da noite, A minha imaginação pensa Vivenciar cada elemento... Sou uma criança, a brincar de barquinho De papel... Sinto-me sensível, Sinto-me fraco, Quero voar!
No pensador.ai desde