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Frase de Richard Bach

Quase todos nós percorremos um longo caminho. Fomos de um mundo para outro, que era praticamente igual ao primeiro, esquecendo logo de onde viéramos, não nos preocupando para onde íamos, vivendo o momento presente. Tem alguma ideia de por quantas vidas tivemos de passar até chegarmos a ter a primeira intuição de que há na vida algo mais do que comer, ou lutar, ou ter uma posição importante dentro do bando? Mil vidas, Fernão, dez mil! E depois mais cem vidas até começarmos a aprender que há uma coisa chamada perfeição, e ainda outras cem para nos convencermos de que o nosso objetivo na vida é encontrar essa perfeição e levá-la ao extremo. A mesma regra mantém-se para os que aqui estão agora, é claro: escolheremos o nosso próximo mundo através daquilo que aprendermos neste. Não aprender nada significa que o próximo mundo será igual a este, com as mesmas limitações e pesos de chumbo a vencer.

Richard Bach

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Pensador.com

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Outras frases de Richard Bach

"Estamos sempre partindo. Sempre dizendo adeus."
De além-horizonte norte e além-horizonte sul, de além-terra a além-mar, reina, calmo e sereno, o céu. E reparei que o céu está sempre em movimento, mas nunca some. Que, aconteça o que acontecer, o céu está sempre conosco.
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De além-horizonte norte e além-horizonte sul, de além-terra a além-mar, reina, calmo e sereno, o céu. E reparei que o céu está sempre em movimento, mas nunca some. Que, aconteça o que acontecer, o céu está sempre conosco. Que o céu não pode ser afetado. Meus problemas, para o céu, não existem, nunca existiram e nunca existirão. Que o céu não interpreta o mal. Que o céu não julga. Que o céu, muito simplesmente, existe. Existe, quer desejemos aceitar esse fato ou nos enterrar-nos debaixo de mil quilômetros de terra ou mais fundo ainda, sob o teto impenetrável da rotina. — Ora, desça das nuvens, bote os pés no chão! – dizem as pessoas. Mas, em ocasiões tão diversas quanto naquela praia deserta ou numa rua super movimentada, eu fui transportada do mais negro desespero para a liberdade. Da irritação, da raiva e do medo para a constatação: — Ora, que me importa? Eu sou feliz! Só por olhar o céu... O céu não é Deus, mas para as pessoas que gostam de voar, o céu pode ser um símbolo de Deus e, pensando bem, até que um bom símbolo. ... O céu está sempre lá em cima. Não pode ser enterrado, transladado, acorrentado, arrasado. O céu existe, apenas, queiramos nós ou não, olhemos ou não para ele, amemo-lo ou odiemo-lo. Existe: quieto, grande, presente. O céu é uma coisa misteriosa. Está sempre se movendo, mas nunca desaparece. Não liga, para nada que seja diferente dele. O céu sempre existiu, sempre existirá. O céu não entende o mal, não fica ofendido, não exige que façamos nada em especial, em nenhuma altura. Não é um bom símbolo de Deus?