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Frase de Nay

Você já amou? Não estou me referindo a pai, mãe, filho, irmão...Já amou? Se respondeu que sim, nunca amou, pois amor nem deveria ser conjugado no passado, é a palavra mais próxima do eterno. É incrível como atualmente o sentimento maior está tão banalizado. No primeiro mês de namoro, “eu te amo”, no segundo, “te amo para sempre”, no quinto mês, o lindo romance chega ao fim. Estas pessoas que se dizem amar tanto, por que não falam “eu te amo sinceramente”? Simplesmente porque não amam. Eu admito, nunca amei. Não por incapacidade, pelo contrário, por capacidade de classificar meus sentimentos e acreditar na verdadeira força do amor. Não pense que nunca disse a tal frase, mas a bendita é teimosa, involuntariamente é expelida pela boca nos momentos de euforia e paixão, e nada seria da paixão sem o “eu te amo”, perderia sua impulsividade e encanto. Como julgo saber tanto se nunca o senti? Pois desejá-lo é filosofar diariamente sobre seu poder, e concluir que tal é o que há de mais completo e bonito. Intenso, sem deixar de ser constante, e nunca cego, a paixão é cega, o amor nos permite ver as qualidades e defeitos, aceitar e gostar de conviver com ambos. É uma luz que emana da alma. Repito, se passou, não é amor. Não tenha pressa e não se esqueça de querer amar, mas jamais menospreze o real sentido de TUDO que o amor representa. E quando realmente encontrar o dono do seu “eu te amo”, primeiro diga “eu te amo sinceramente, e ai sim estará pronto para dizer: “eu sempre te amarEI”.

Nay

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Estava com saudades desse vazio Esse oco que dá éco Éco de ninguém
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Estava com saudades desse vazio Esse oco que dá éco Éco de ninguém Mas de ninguém é quem dói menos E ainda assim pareço mais completa de mim Nesse escuro de você Bate a vontade e caio na bréga realidade De não saber quem fui, quem és, o que foi, o que é Se nem de passado e presente sei O futuro nem ouso querer A ausência fez mais por mim Do que um dia você cogitou fazer E esse precipício oco De um éco agonizante que só eu ouço Me fez cair em um poço De águas mornas Sem os teus alvoroços