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Frase de Donn Krause

⁠Três dias de um retorno Alegre Matando saudades Assumindo novas Responsabilidades Vendo pessoinhas No céu anuviado Seguindo dias meus Dias fechados Mas aqui tem muita cor Sou um arco íris Em minhas histórias Já fui de manifestante A sereia E nem por um instante Deixei de ser E ia, seguia Longe de alguma poesia Mas o poeta maluco me achou Seria eu um pedacinho da sua ilusão Ou seria ele o doido, doído Donny Que queria jogar uma carta na garrafa na praia de presidente Esse louco é tão carente Que se quer fazer presente Até quando não cabe Já tenho tudo que preciso E até disso ele sabe O que quer de mim? Se contentaria com tão pouco assim? Sei que é admiração Mas aqui é carne, osso e coração Nada demais Mesmo assim ele insiste Em querer me ver Não sei o que existe De tão legal no ser Foi bom viver E já passou Mas seu carinho não acabou Vou esperar Se um dia der vou marcar E esse dia ainda vai chegar

Donn Krause

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Pensador.com

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Outras frases de Donn Krause

⁠Como diz o poeta Carlos Drummond de Andrade Mãe, na sua graça, é eternidade
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⁠Como diz o poeta Carlos Drummond de Andrade Mãe, na sua graça, é eternidade Eternidade do bolinho Sentado no sofá Assistindo desenho Também daquele colo De se esparramar Que faz todo sentido A doce fofura no olhar Mais sério e derretido Que toda filiação Possa ser cuidada Com preocupação Amada e ensinada Com todo coração O eterno laço maternal De um jeito, cada qual Sempre merecerá Todo cuidado Todo respeito, igual Seja quem for Mãe nem sempre será Quem gerou Mas quem dá o amor E com carinho amou Obrigado por existir Sem você O que de mim seria? Ainda bem Eu poder sempre lembrar Da sua companhia Aonde quer que esteja Sentimento abençoado Para sempre me fará Ao seu amor destinado Feliz dia das mães!

⁠Essa distância Que insiste em limitar Como pode
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⁠Essa distância Que insiste em limitar Como pode Não prender Mas tão solto Incomodar Essa chuva que vem daí Caminhando pela estrada Passeando pelo ar De uma noite tão calada Fazendo além do não ver Escondendo o luar Que eu já quero enxergar Sua água escorrer Chuva de corpos anuviados Cada roupa é uma nuvem Caem as gotas Nas bocas Nos gestos Em fios que ligam Duas certezas O sofá E a cama Alagam E o restante queima Em curtos circuitos Sem sono Com longos calores Do frio do outono