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Frase de Marco Felipe

DEMASIADO Sempre ouço que de certos tempos pra cá tudo está demasiado frio demais violência demais chuva demais corrupção demais sol demais carência demais calor demais ausência demais desrespeito demais ser humano de menos... Sempre foi assim eternas reclamações descabidas... Se em meio a pedras nasce uma flor no nosso coração pode florescer o amor basta regar com o melhor de nós com uma pitada de boa vontade e fé Uns preferem desistir a insistir isso é da evolução de cada um não aponte seu dedo magrelo pra ninguém apenas faça sua parte dê o seu quinhão de colaboração para transformar o mais em menos.

Marco Felipe

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Mais um dia, mais uma hora, menos tempo em nossas vidas. Seja nas reflexões vespertinas, no cansaço diário, nas reflexões noturnas... Perdemos tempo ou nos perdemos no tempo?
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Mais um dia, mais uma hora, menos tempo em nossas vidas. Seja nas reflexões vespertinas, no cansaço diário, nas reflexões noturnas... Perdemos tempo ou nos perdemos no tempo? Tudo na vida tem seu ônus e seu bônus. Reflitamos mais um dia...

Tudo começou com uma palavra, um gesto, um abraço, um afago, um carinho. E finalmente um beijo. Criatura fragilizada, em pedaços, sentiu-se segura em seus braços.
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Tudo começou com uma palavra, um gesto, um abraço, um afago, um carinho. E finalmente um beijo. Criatura fragilizada, em pedaços, sentiu-se segura em seus braços. Ela não poderia se envolver, mas ela o desejava. Ela já não podia mais resistir, mas ele a seduzia. Ele prometeu juntar os cacos, jurou amor eterno. Em meio a ilusão, desejo e sedução, finalmente ela se entregou... Sem medo, sem escrúpulos, sem limites, só queria ser feliz. Foi se envolvendo numa teia e quando viu já não podia mais sair. Presa fácil e frágil. Ele mostrou-se voraz, feroz, covarde, dominador, aprisionador de almas... Abusou, torturou, agrediu; quanta dor sentiu. Quanto mais ela tentava sair mais ela se embaraçava, se enrolava, se machucava. A teia tornou-se arame, de arame tornou-se barra de ferro, prisão fria e dolorosa. Ela retorceu-se na prisão mental, gritou, chorou, sangrou e pagou um preço alto pra sair de lá. E ainda continua presa na teia mental, mesmo fora daquele mundo criado a partir de uma ausência.

Escarnar a carne que cobre a alma em busca daquilo que nos cure
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Escarnar a carne que cobre a alma em busca daquilo que nos cure de íntimos sofrimentos: desilusão, angústia, ansiedade, melancolia, quer mais? quero sumir... essa dor que a olho nú é invisível que não é palpável. E não a encontraremos, pois perdido ficou na imensidão do ser e dilacera a carne que nos aquece a alma e que ao pó da terra retornará.