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Frase de Conteúdo Paralelo

SK8 Sinais de vela nos bancos da praça Debaixo do sol enquanto o povo passa Na city, street, fifith, nollie, nose slide 180 backside, Smith grind Se equilibrado sobre o carrinho Mapeando com cautela o caminho Desvio da pedra, que pode conduzir a queda Insatisfação e comemoração quando o shape quebra Rodas e pés deixando rastros por onde passam Streeteiros caçam, obstáculos naturais que o satisfaçam E ultrapassam as leis da gravidade Pra vencer cada degrau dessa cidade A receita a palavra chave é a descoberta do segredo Treino e autoconfiança pra vencer o medo As ruas aguardam manobras Transições, escadas, corrimões, calçadas Skate debaixo dos pés Dirigido por mim, guiado por Deus As ruas aguardam manobras Transições, escadas, corrimões, calçadas Skate debaixo dos pés Convicção pra executar a manobra com perfeição Exatidão, calculando salto e a rotação Suor escorrendo do rosto Vou ali tomar água no posto Joelho machucado mas sempre disposto Diversidade Esporte e diversão pra toda idade O lance é dominar o pico Sem completar a manobra eu que não fico Por que skatista é sempre um vencedor mesmo sem patrô Feminino mirim iniciante amador Trajeto pra que um dia torne-se Profissional Ser for fun é opcional Tentativas e mais tentativas Mentes criativas Rodas em atrito com o piso Manobra concluída e um sorriso As ruas aguardam manobras Transições, escadas, corrimões, calçadas Skate debaixo dos pés Dirigido por mim, guiado por Deus

Conteúdo Paralelo

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Pensador.com

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Outras frases de Conteúdo Paralelo

Hora do Show Sente-se que é hora do show Plugue seus fones de ouvido
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Hora do Show Sente-se que é hora do show Plugue seus fones de ouvido Seja atencioso, mantendo-se envolvido E ao ficar sem reação escute seu coração, pulsar Conforme a música tocar Note, seu sangue circulando melhor pelas veias Arejando seu o corpo humano Seu conhecimento ficando maior Assim a música rapta a mente do ouvinte Que rapidamente capita a primeira frase da rima Que se completa com a frase seguinte Cheio de requinte O som te torna um espectador Que cria imagens quando escuta A vida e uma disputa por espaço no seu crânio E assim proclamo, total independência com um rap subterrâneo Fazendo planos em minha residência Onde bons instrumentais me levam pra longe da terra Onde a poesia simboliza o ouro existente aqui na serra Plugados! O céu é o limite O barulho do vento forma a métrica dos beats Que me faz flutuar, tirar meus pés do chão Me leva pra outro lugar, em meio à constelação De estrelas que brilham de modo diferente Com magia contagia toda minha gente Que atenciosamente navega em todas as viagens Viradas, rabiscos, frases e colagens Terra que vocês nunca foram Indiferente da minha Serra banhada de ouro Onde que sua mente ocupa cada espaço Possuindo ritmo que torna em compasso Pés batem no chão Decibéis balançam minha mão O grave forte faz pulsar meu coração Sinto a pulsação de um modo nunca igual Uma sensação que me tira do normal

Amantes da Vida Senti um admirável impulso Tirei o imprestável relógio do pulso
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Amantes da Vida Senti um admirável impulso Tirei o imprestável relógio do pulso Desliguei o celular com um martelo Proclamei um verbo avulso pelo universo paralelo Colhi fruto do luar que é macro encantador Descartei o gosto do passado e todo seu dissabor Grande Vitória hoje terá um bonjour Na escuridão do ES, Rap com o conteúdo é abajur Iluminando os caminhos errantes Bombardeio sonoro, palavras traçantes Reviravolta, mudança... Da água para o vinho Dama, me concede esta dança Não quero viver sozinho Te ofereço uma música Pra finalizarmos com chave de ouro E antes que fechem as cortinas Estaremos juntos no velho sofá de couro Eu, você, a espumante e o estouro Dois amantes da vida Curtindo bons momentos da vida Celebrando a vida Fazendo valer a existência Existindo e dando sequência na vida Desde o ventre ansioso por te encontrar Feliz ao ver brilhar a luz Simples pra ser feliz, respirar! Presenteado com a chance O nascimento indica o início do romance Nossas pegadas deixadas No intervalo entre a chegada e a despedida Passos de um menino tímido Jogo no time dos que amam a vida Há algo mágico no ar Histórias que escrevo desde o parto Sei que um dia parto antes mesmo de te entender Nuvens dançantes sob o sol do entardecer Você passando e eu cantando você Morro de amor por ti e continuo vivo Nem penso em divórcio, tem sempre bons motivos Momentos bons pra dividir Meu coração para se a gente se separa Deixo de existir se você desistir de mim Dois amantes da vida Curtindo bons momentos da vida Celebrando a vida Fazendo valer a existência Existindo e dando sequência na vida

O Silêncio A dor reinava enquanto o lamento ecoava Na calada da noite barulhenta
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O Silêncio A dor reinava enquanto o lamento ecoava Na calada da noite barulhenta É o silêncio que canta A lei afronta A lua se levanta e sua luz nos aponta Nos dando o ar da graça E clima para o movimento na praça Footwork! Na correria pra ver o dia Ninguém tem pressa Alarme, luzes coloridas Cidadão noturno se apressa Predador não quer virar presa Com uma carta na manga pra virar a mesa Álcool pra quem tem sede Meretriz pra quem tem fome Na rua que é só o breu Alerta sonoro que indica o céu E preenche um vazio profundo Regendo o submundo até o raiar do sol Quando o sol nasce a melodia muda de tom O silêncio que prevalece A vida amanhece E só escuta quem tem o dom De um lado, cães rangendo dentes, buzinas Do outro um breu Regendo uma orquestra em cada esquina Festa e cama na mesma calçada Por ali caminha-se ofegante Alguém filmando da sacada. Flagrante! Frenagem de carro. Alguém correu Por um instante, um insigth, um start Passagem secreta pra um planeta inimigo meu Paladar, tato, visão, olfato e audição De fato se embaralham perdendo a função Ora a escuridão tentando nos confundir outrora alguém gritando: encosta aí! Giroflex, luz na cara Impediu José de se encontrar com aurora Quando o sol nasce a melodia muda de tom O silêncio que prevalece A vida amanhece E só escuta quem tem o dom

Nosso Lar Periferia. Longe do centro das atenções
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Nosso Lar Periferia. Longe do centro das atenções Lutas, derrotas, vitórias Histórias, escoriações Paredes sem reboco, telhas de amianto Abrigam dádivas, dívidas e dúvidas Aqui num canto do Espírito Santo Meu acampamento Um deserto e seus ensinamentos Onde a correnteza leva corpos, escolhe negros Afoga planos e enche os olhos de ouro e pranto Um prato cheio e um posto vazio Convite luminoso e um final sombrio Caminhos que se cruzam Pessoas que se casam A esperança morrendo Gente esperando casa Burocracia e demora, e a vida vai embora Pobreza gera lucro e a vida vai embora A vida vai embora Memória remanescente Descaso, Luz incandescente Ilumina a mesa de tecido verde Que nos contamina É a esquina que incrimina Menina mãe, carregando menina Pra cada treta que termina Mais duas se iniciam Comunidades não se diferenciam Obras sempre por terminar Configurações estruturais a se modificar Cada qual nem sempre no seu lugar Muitas mãos calejadas Entre tantas mãos leves Vidas que muito duram Outras vidas que são tão breves Recordações, migrações e enchentes úais, báhs e óchentes Genes que se misturam Pessoas que se devoram Somos eu, você, nós... Nosso lar, nossa gente.